Os melhores violinistas do século XX – Parte 1 – Jascha Heifetz

 

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A foto acima foi encontrada na wikipedia.

Se você aprecia violino ou estuda violino, não pode deixar de conhecer os melhores violinistas do século XX.
Eles tinham características diferentes mas todos tocavam com muita personalidade imprimindo ao seu som , sua assinatura pessoal própria.
É muito interessante ouvir a mesma música interpretada por diversos violinistas e ver como cada um a interpreta diferentemente. Essa pesquisa é muito inspiradora e para quem toca, ajuda a dar boas ideias musicais para depois criar sua própria interpretação.
Vamos dividir essa matéria em partes, colocando áudio para que vocês possam ter tempo de apreciar cada música e intérprete do violino com a calma necessária que cada música merece ser ouvida. Nesta postagem vamos começar falando de Jascha Heifetz, um dos maiores virtuosos violinistas do século XX. Considerado por muitos como o melhor.

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A foto acima foi encontrada na wikipedia

Nascido em 02/02/1901 em Vilnius, Lituânia, ganhou seu  primeiro violino quando tinha apenas 3 anos, de seu pai que era professor de violino.
Com apenas 7 anos já fazia solos. Entrou para a classe de Leopold Auer em São Petersburgo com 9 anos e após três anos estudando ali, foi considerado um menino prodígio com um talento muito especial para a música.
Ele ficou famoso principalmente por interpretar tão bem peças de Paganini, Bach e Saint-Saens.
Heifetz fez concertos na Alemanha, Áustria, Escandinávia, mas após a Revolução Russa em 1917, sua família se mudou para a América do Norte.
Seu primeiro concerto nos EUA foi no Carnegie Hall em 1917 quando ele contava 16 anos.
Após essa estréia no novo país, fez mais 30 concertos, só naquele ano em Nova York.
Em 1925 se naturalizou nos EUA.

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A foto acima foi encontrada no Pinterest e salva de listtoptens.com

Durante toda a sua vida, solou em inúmeros concertos. Alguns o criticam por tocar mecanicamente e com um estilo formal, sempre com uma expressão austera enquanto tocava.
Mas todos reconhecem sua técnica limpa, rápida, virtuosa e sua maneira impecável de tocar o violino.
Com 60 anos de idade, começou a diminuir seus concertos, já sentia algumas dores nos ombros, sendo o último em 1972. A partir de então se dedicou a lecionar violino.
Com 70 anos tinha mais de 80 álbuns gravados.
Ele faleceu em 10/12/1987 em Los Angeles, Califórnia. EUA.

Muitos violinistas suavam frio quando o viam na platéia e outros ficavam aliviados quando ele cometia um pequeno deslize, o que era raríssimo, pq assim sentiam que ele também era humano.
Heifetz tocava em um violino fabricado por Stradivarius.

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A imagem acima é do Pixabay

Aqui separamos alguns áudios para vocês conhecerem Heifetz como violinista, sendo o primeiro uma obra de Saint-Saens , (Introdução ao Rondó Caprichoso) compositor que Heifetz interpretava muito bem. Depois Concerto in D de Tchaikovsky opus 35 e por último Scottish Fantasy  in E flat opus 46 de Max Bruch. Em seguida uma lista de vídeos de Heifetz como professor, ministrando masterclasses, que são aulas assistidas por diversos alunos, onde todos aprendem uns com os outros. Interessante observar a aula onde Heifetz demonstra os erros dos alunos causados por nervosismo na hora de tocar.

 

Clique aqui Heifetz – Introdução Rondó Caprichoso ;

Tchaikovsky – Opus 35 com Heifetz ;

Scottish Fantasy – Bruch opus 46

Master classes: Heifetz demonstra erros de alunos ; Masterclass 3 – Heifetz ; Masterclass 2 – HeifetzMasterclass 1 – Heifetz

 

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Qual violino devo comprar?

violin-516023_640Quando um aluno vai começar a estudar violino surge a dúvida: Como comprar um violino?
Então vamos dividir com vocês algumas informações importantes que muito lhes ajudarão a saber escolher com maior critério.
Os melhores violinos são fabricados a mão por um profissional chamado luthier. Esses profissionais escolhem a madeira mais apropriada, o verniz mais adequado que permita que os poros da madeira permaneçam abertos e constroem os instrumentos milimetricamente nas medidas exatas, buscando assim se aproximarem o máximo possível da perfeição.

Os luthiers atuais têm como referência principal os luthiers antigos Stradivarius e Guarnierius, que são consagrados por conseguirem fabricar os melhores instrumentos já criados. É possível que existam excelentes violinos antigos de outros luthiers também. O que aconteceu foi que como Stradivarius e Guarnierius se aproximaram tanto da perfeição a partir deles todos os luthiers procuraram replicar os seus modelos de violino que ficaram batizados com o nome de modelo Stradivarius e modelo Guarnierius. O modelo Stradivarius possui o som bem aberto principalmente nas cordas agudas, já o modelo Guarnierius privilegia as cordas mais graves do violino deixando o som mais doce e mais fechado.
Uma coisa importante a considerar é que todo instrumento feito a mão é superior aos instrumentos feitos em fábricas e vendidos em lojas populares. Isso porque as fábricas usam madeiras não apropriadas ao melhor resultado sonoro, que é para baratear o produto final.
A superioridade de um instrumento feito por luthier é a qualidade sonora, a madeira,  o verniz, o acabamento.

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Mas violino novo de luthier ou antigo?

Violino é como vinho. Quanto mais usado e antigo melhor. Isso porque quando você compra um instrumento no luthier, ele tem um potencial maravilhoso de som, mas leva- se anos tocando neste instrumento para que ele finalmente chegue ao auge, lhe dando todo o seu potencial sonoro.
Um violino de luthier antigo já vem com o som aberto e no auge. Você não precisa passar anos tocando até atingir seu melhor potencial.
Mas imagine esta situação: você experimenta um violino de luthier novo e um antigo e gosta mais do som do novo mesmo não estando no auge. Este é um exemplo do quão bom é este instrumento porque novinho já está lindo, imagine quando usar.

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Mas um iniciante precisa de um violino de luthier?

Não necessariamente, mesmo porque o aluno evolui com seu instrumento. De nada adianta um super instrumento nas mãos de um iniciante que leva um tempo para aprender a tirar um bom som. Este é um ponto que é preciso deixar bem claro porque muitos estudantes tem a ilusão de que se comprarem um ótimo instrumento, irão tocar bem. Uma coisa é o som do instrumento e outra coisa é adquirir a habilidade para tirar um bom som de um violino, então é por esse motivo que fica até mais interessante que o aluno evolua um pouco para escolher um violino de luthier, afinal, ele deve participar desta escolha, experimentando o pretendido instrumento. Alguns luthiers até permitem que os alunos fiquem alguns dias com o instrumento para que ele possa sentir o som dele antes de comprar, e só um aluno mais adiantado poderá participar desta escolha experimentando também.

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A respeito deste assunto, como ilustração vamos deixar esta história: conta-se que ao final de um concerto, uma pessoa foi parabenizar o grande violinista Heifetz e lhe disse:
-“Nossa que som lindo tem o seu violino!
E ele respondeu após colocar o seu violino ao pé do ouvido:
-“ Não estou escutando nada.”

Voltando ao assunto a resposta é:
É possível, sem problema começar a estudar com um violino de loja e depois ir trocando por um melhor.
Só que aqui vale lembrar que os violinos de loja veem com três pontos deixando a desejar e que antes de estar pronto para o uso, é necessário passar num luthier para que ele ajuste esses pontos. Eles são:

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Cravelhas:
Cravelhas são os lugares onde as cordas são enroladas e que geralmente vêm da loja ou tensas em excesso ou frouxas não permitindo uma boa afinação do instrumento. O luthier ajusta  as cravelhas para que elas fiquem no ponto.

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Cavalete:
Cavalete é o lugar onde as cordas são apoiadas e geralmente vem fora de ângulo e o luthier também ajusta isso.
Esse é apenas um dos muitos motivos que fazem o aluno esbarrar o tempo todo nas outras cordas. A qualidade da madeira do cavalete também influencia na qualidade do som, e o luthier o troca por um de melhor qualidade e o ajusta ao instrumento adquirido. A madeira própria do cavalete é mais resistente também.

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Alma:

Sim, o violino tem alma!
É uma madeira cilíndrica vertical situada dentro do violino (localiza-se mais ou menos na metade da abertura do “F” entre o tampo superior e o inferior, abaixo das cordas agudas)  responsável pelos sons mais agudos do instrumento e que geralmente estão fora de lugar ou com madeira de má qualidade. O luthier também arruma a alma trocando-a por uma com madeira adequada, afinal, uma boa madeira também influenciará na qualidade sonora e resistência, evitando que ela se rache.

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Depois desses ajustes o aluno fica com um instrumento que funcionará para o uso.
Lembrando também que os violinos feitos em luthier são ótimos mas são caros e você compra apenas o violino sem o arco, sem a caixa, enquanto que o violino de loja vem com tudo: caixa, arco, violino.
O violino de luthier é para comprar o potencial sonoro de alta qualidade que será cada vez mais notada a medida que o aluno saiba tocar bem seu instrumento.
Entendendo esses princípios ficará mais fácil escolher o seu violino. Dúvidas podem surgir e vocês podem nos contatar pelo email amoviolino20@gmail.com ou deixe seu comentário.

Para quem quiser se aprofundar na história do Stradivarius e seus instrumentos, recomendamos a leitura do livro: “Stradivarius – Cinco Violinos, um Violoncelo e Três Séculos de Perfeição“, de Toby Faber,  Editora: Record.

Imagens: Pixabay.com

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Dr. Massaru Emoto e a música transformando a água

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“A água circula no mundo e alimenta o solo, é a fonte da vida no planeta” (Massaru Emoto). Os adultos humanos possuem cerca de 65% de água no organismo (um músculo é composto de 75% de água, o sangue possui 95%, o tecido ósseo 22%, e a gordura corporal 14%). Massaru Emoto descobriu que diferentes ambientes, palavras, pensamentos, vibrações, sons e sinfonias musicais influenciam as moléculas de água de formas diferentes. Ele afirma que tudo o que existe vive em constante vibração. Ele já acreditava que a vibração viaja através da água ao iniciar seus trabalhos, há 15 anos atrás, quando voltava dos EUA, trazendo consigo um aparelho capaz de medir as vibrações – analisador de ressonância magnética. Foi então que transferiu vibrações para um tipo de água micro agrupada. Foi através dessa água que conseguiu curar muitos sintomas de doenças em cerca de 10 mil pacientes.

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Ele explica ter pensado que “se a neve possui cristais a água congelada também deve ter”

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Os primeiros sucessos de seus estudos começaram após uns 60 dias, quando conseguiu a primeira foto boa (essa foto está em seu livro: O Poder da Água). Hoje ele acredita na mutação da água através da vibração.

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“A música é vibração, então se a água é exposta à música a sua estrutura de cristais muda. Quando a água é exposta à música, seu lado expressivo se irradia, formando e transformando cristais ao ritmo da música, como se os cristais fossem reflexos de nossas próprias emoções”.

Neste vídeo Documentário Massaru Emoto você vai acompanhar o cristal se modificando ao som das músicas relacionadas abaixo, de 15:10 a 20:34, mas o vídeo inteiro é muito interessante.

Mozart – serenata em Sol Maior; Beethoven – a Nona Sinfonia; Dvorák – O Novo Mundo sinfonia número 9;

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Sakura Sakura (música japonesa – Flores de Cerejeira) estas são as músicas do experimento do vídeo.

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Massaru Emoto captou a essência da água e nomeou suas fotografias de “Mensagens da água”. Estudou a água congelada e a submeteu a diferentes vibrações, percebendo que algumas formavam lindos cristais hexagonais e outras não.

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“A vibração viaja através da água e é toda a força que a natureza possui”. O método de estudo: primeiro se dá a coleta da água; a amostra é levada ao laboratório no Instituto Geral e HM, no Japão; depois ela é agitada e 1 ml de água é colocada em cada placa (são feitas 50 amostras para um padrão de cultura mais preciso); as placas são colocadas no congelador do laboratório há 25 graus Celsius negativos. Após 3 horas as amostras são alisadas no laboratório há 5 graus Celsius. Dos 50 cristais alguns formam cristais bem formados e belos enquanto outros não. O pesquisador tem que ser rápido para observar e fotografar o cristal antes que ele volte ao estado líquido. O bloco congelado de cristal hexagonal se expande a partir do centro para todos os lados em 3 dimensões. 

Como pudemos conferir com as descobertas de Massaru Emoto é nosso dever cuidar do meio ambiente, sermos educados e amorosos, e elevarmos a nossa vibração.

musicians-2072922_640 Como pudemos notar, se a música influencia a água e se nós somos constituídos de uns 65% de água podemos concluir que uma música elevada contribui significativamente em nossa saúde.  Para Massaru Emoto “a música é uma forma de cura antes de ser arte”. Para ele “a natureza é tudo o que está em harmonia com ela”.

Abraço a todos.

Imagens: Pixabay.com e Google

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Aula de Violino

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A música vem sendo apreciada pelos povos desde a antiguidade. Na Grécia antiga Aristóteles já apontava para os benefícios musicais; Platão receitava a música para a cura das “angústias” e sintomas semelhantes, dizendo que “a música é o remédio da alma” e que os sons produziam efeitos terapêuticos. Com o avanço do estudo da estrutura e do funcionamento cerebral identificou-se as áreas do cérebro que atuam na memorização só de sons, de ritmos, de timbres, ou de células que armazenam a melodia de uma música, sendo que o conjunto desses grupos celulares compõem a memória sonora.
A área cerebral ligada à música localiza-se na região córtex temporal do hemisfério direito. Já a composição e escrita da música é trabalhada no hemisfério esquerdo do cérebro, onde se encontram os centros da linguagem (a compreensão da música).

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A nível elementar todas as pessoas possuem conhecimento musical por causa do desenvolvimento durante os processos de aprendizagem. O bebê, desde o início da gestação, aprende o ritmo da respiração da mãe, mais tarde através das conversas e canções que o embalam.

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Não nascemos prontos, a música é desenvolvida conforme o interesse e vontade de cada pessoa em aprender algum instrumento musical. O advento da informática puxou a evolução tecnológica em múltiplas áreas e o mundo moderno vem exigindo a genialidade e instantaneidade das pessoas em tudo o que fazem, porém os nossos cérebros continuam os mesmos. Precisamos de tempo, paciência, prática, estudo, calma e perseverança para assimilarmos novas informações durante o aprendizado de música.

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Em geral as pessoas pensam bastar adquirir um instrumento da sua preferência e um bom professor para em pouco tempo estarem estrelando nos palcos internacionais. Seria ótimo se assim  fosse mas nada está mais distante da realidade. É óbvio que um bom professor faz a diferença, pois há profissionais que sofreram em recomeçar os estudos novamente (quando estudantes) para corrigir erros de maus profissionais, isto acontece realmente, e é dispendioso o que colabora para que muitos desistam de estudar algum instrumento. O aluno precisa entender que o esforço para aprender realmente dependerá dele mesmo, pois de nada lhe adiantará receber uma ótima informação de um bom professor se ele não se aplicar devidamente aos estudos.

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Cada integrante de uma orquestra sinfônica, por exemplo, estudou no mínimo 8 anos mais os anos de aperfeiçoamento para ocupar o lugar onde está. Com certeza para tão longa jornada é preciso gostar de estudar, a fim de que o processo seja leve e prazeroso. É bom o iniciante se perguntar se realmente gosta de estudar o instrumento que escolheu, pois será preciso entusiasmo e alegria em cada parte do processo, pois o aprendizado é efetuado passo a passo, sendo que a etapa vencida dará início a uma nova fase e assim por diante. Quem gosta de adquirir tudo pronto e à mão não apreciará o violino, pois nele o estudante trabalhará cada nota da partitura (é preciso afinar cada nota, pois ela não se encontra pronta como as teclas do piano).

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A vida é um desafio constante, o bebê vem ao mundo inconsciente e pequenino antes de balbuciar as primeiras sílabas, a dar os primeiros passos, etc., mais tarde passará pelas etapas escolares, as profissionalizantes e após enfrentará o mercado de trabalho competitivo. Será que esse bebê teria nascido se antes de nascer soubesse da jornada longa que teria que enfrentar depois? No entanto ele viveu cada momento com alegria e disposição de aprender algo novo. Foi assim que ele construiu a pessoa que se tornou quando adulta. Os dias em que você dominará o seu instrumento chegará, se você dedicar-se ao estudo.

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Vale a pena estudar música e se habilitar a um instrumento específico, pois está provado os benefícios que a música oferece (tanto ao que a pratica quanto àquele que a ouve). O Laboratório de Neuropsicologia da Música e da Cognição da Universidade de Montreal, no Canadá, investigou e revelou as reações que a música produz, em maior ou menor grau dependendo do conteúdo emocional. Interessante lembrar o que eu soube, que a música de Mozart possui elementos terapêuticos. A música pode melhorar o humor, o sono, a motivação, a autoconfiança, pode diminuir a ansiedade, combater a tensão, a fadiga e eliminar o estresse (reduz as concentrações de hormônios do estresse). Tudo isto porque ela ativa a área do cérebro que oferece recompensas, como a de um alimento saboroso, ao das drogas e do sexo. Cada estilo musical afeta as pessoas de forma diferente. A música também beneficia a memória, a concentração, a percepção auditiva, a atenção, o raciocínio, a imaginação e a criatividade. Estudar um instrumento do qual se goste é prazeroso e faz bem em qualquer idade.

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Pessoas da terceira idade também estão estudando como a realização de um sonho, que muitas vezes foi interrompido por causa de falta de oportunidade, ou porque não foi possível nem sonhar com essa possibilidade.

A música permeia as culturas por gerações inteiras e ultrapassa as décadas e os séculos. Então vale a pena o esforço em aprender um instrumento musical para deleite próprio e benefício da sociedade.

Muita paz e alegrias!

contato: 19-3324.7116; amoviolino20@gmail.com; Instagram aula_violino_particular

Imagens: Pixabay.com

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