Como Escutar Música e se Colocar no Momento Presente

Mesmo o ouvido menos treinado, pode parar por um instante e perceber diferentes sons e conseguirá responder a essa pergunta:
O que você está ouvindo agora?
Normalmente as respostas relatarão os sons mais próximos como pessoas falando, alarmes, motores, etc. Proponho que você vá ainda mais fundo na experiência e procure perceber os sons mais distantes também. Você poderá perceber piados de pássaros mesmo no meio do barulho dos carros que passam, uma buzina ao longe, ou quem sabe a voz alegre de uma criança a correr pelas redondezas.
Esse é um começo e até criancinhas conseguem fazer esse jogo de atenção e escuta que nos trazem diretamente ao momento presente do “aqui” e “agora”.

Exercício de audição consciente:

Ouvindo sua música favorita se pergunte:
O que escuto?
Se a música for vocal, normalmente você escutará o que está mais evidente: a voz do cantor(a). Ouvindo com mais atenção ouvirá um instrumento mais evidente e logo depois talvez perceba outros instrumentos num plano mais ao fundo formando um conjunto muito harmonioso.
Se for música clássica você logo perceberá a melodia principal. Se for um concerto com solista de algum instrumento ficará óbvio perceber o instrumento mais evidente: o do solista! Neste caso a orquestra fará o papel de acompanhamento.

Mas se for uma sinfonia, que são músicas sem solista tocadas por uma orquestra sinfônica, o exercício auditivo ficará ainda mais interessante.
Para uma ótima percepção sonora o objetivo deste exercício é ouvir os sons mais evidentes e os mais distantes também, perceber o “diálogo” de melodias tocadas por diferentes grupos de instrumentos….
Imagine como você irá se divertir na próxima vez que for assistir uma orquestra tocando. Quantos instrumentos para perceber! É um banquete auditivo.
Você melhorará e muito sua percepção dos instrumentos e de suas melodias e diálogos entre si.
Numa orquestra costumamos chamar os diferentes grupos de instrumentos de “naipes” assim como os diferentes naipes de um baralho.

Os violinos são divididos em dois naipes que são: o naipe dos “primeiros violinos”, que tocam as melodias mais agudas e o segundo naipe formado pelos “segundos violinos” que tocam as melodias mais graves. Existem outros naipes como o naipe das violas o naipe dos violoncelos, o das flautas, etc.
É interessante ver o diálogo de melodias entre os diferentes naipes da orquestra.
Desejo  que aproveitem a arte de escutar música de uma forma mais profunda!

O vídeo acima é uma sugestão de audição consciente da peça de Dvorák que é a Sinfonia número 9 composta por ele e que é bastante conhecida como “O Novo Mundo.” Procurem perceber os diversos naipes da orquestra interagindo.

Boa audição!

Professora Catarina
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Divertida Animação: “Sinfonia”

Mais uma vez Simon Brethé criou esta criativa animação em 2 D chamada Sinfonia com 7:09 minutos de duração .
Trata-se de uma orquestra de notas musicais em uma partitura!
É surpreendente ver as notas interagindo entre si enquanto tocam  a  música “Bolero de Ravel” do compositor Maurice Ravel. A medida que a música transcorre, muitas situações acontecem nesta divertida partitura.
Simon Brethé a criou em seu curso de cinema e animação da UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais.

Boa audição!
Professoras  de violino Carolina e Catarina.
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Quem Precisa de Arte?

Muitas pessoas que não são artistas no sentido de que não estão envolvidas diretamente nem na música, nem na literatura, artes plásticas, artes cênicas, dança, ginástica artística, arquitetura, pensam que podem viver sem arte, que estão imunes a ela, que não precisam dela.
Será????
A Arte busca expressar o bom e o belo, elevando as vibrações.
A todo momento as pessoas “comuns” e que acham que não precisam de arte estão buscando o bom e o belo.
Decoram suas casas, para sentirem-se bem ali, se arrumam, as mulheres passam maquiagem, fazem o cabelo, os homens fazem as barbas, pessoas se preocupam em colocar bonitas vestimentas pois isso faz sentirem-se bonitas, bem.

Quem consegue sentir a diferença de um cômodo limpo, organizado, decorado de outro todo cheio de bagunça? Entramos em shoppings, supermercados que deixam as lojas bonitas e atraentes para que nos sintamos bem ali.
Sem perceber, é natural do ser humano buscar o bom e o belo.
A arquitetura cria formas harmônicas para que pessoas sintam-se bem naqueles locais. As cidades são planejadas com jardins, árvores, para embelezar, trazer vida. Os pássaros trazem beleza e bem estar.

Até os pets são levados ao pet shopping para voltarem limpos, penteados e enfeitados.
O Criador criou uma exuberante natureza para que pudéssemos elevar nossas vibrações ao contato com Sua Divina e Maravilhosa Obra! A melhor obra de Arte existente!
E quando se está triste, quem nunca buscou ouvir uma música da qual gostasse, um filme ou um livro que lhe fizeram sentir-se bem melhor depois?
Essa arte embutida no nosso dia-a-dia muitas vezes passa para nós despercebida, costuma-se estar inconscientes dela. Proponho começar a observar de agora em diante como o que é bom e belo faz  com que se sintam melhores e num estado de maior contentamento. Depois observem os efeitos em si mesmos após a observação de alguma arte. Pode ser um livro, um quadro, uma música, um ballet, a natureza que é obra Divina, seja a arte que for. Como você estava antes de a observar? E como ficou depois?

Desta forma notarão uma crescente sensibilização para a arte, para o bom e o belo. A este ponto eu retorno a pergunta:
Quem precisa de arte?
E muitos notarão que a arte está em nosso dia-a-dia e nem  nos dávamos conta disto. E se você perceber que é muito insensível a essas coisas, ao prestar atenção no seu dia-a-dia de maneira consciente estará começando um caminho de crescente sensibilização.

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Os Melhores Violinistas do Século XX parte 6 – Zino Francescatti.

Os Melhores Violinistas do Século XX  parte 6  – Zino Fracescatti

Hoje venho falar sobre um dos melhores violinistas do século XX – Zino Francescatti.
Antes de mais nada gostaria de salientar uma característica de sua pessoa que achei muito admirável. Assisti a um documentário onde mostrava Zino Francescatti muito feliz entre as flores. A cena mostrava as flores diversas, e Zino encantado com a maravilha do jardim.
Ele afirmou: “se eu não fosse violinista teria sido jardineiro.” Inclusive, nas suas horas de lazer, Zino gostava de plantar e mexer no jardim.

Eu achei lindo pois este homem foi um grande virtuose do violino mas conservava em sua alma a simplicidade e o encantamento pela natureza.
Sem maiores delongas vamos para sua parte profissional:
Zino Francescatti nasceu em Marselha  em 09/08/1902.
Seus pais eram violinistas. Seu pai era além de violinista, violoncelista e havia estudado com Camillo Sivori.
Logo aos 3 anos,  Zino Francescatti iniciou seus estudos de violino e logo foi considerado prodígio.
Aos 5 anos começou a tocar e incrivelmente aos 10 anos de idade já estava tocando o Concerto de Beethoven para violino!
Em 1927, Zino além de dirigir concertos, também foi ensinar violino em Paris na École Normale de Musique.

Em 1931 fez sua primeira turnê mundial estreando com a Orquestra Filarmônica de Nova York com o Sir.John Barbirolli.
Em 1939 tocou o Concerto 1 de Paganini. A interpretação desta peça por Zino é muito valorizada.
Logo após o fim da segunda guerra em 1945, Zino teve uma carreira internacional muito impressionante e expressiva.

Zino tinha uma habilidade técnica incrível que permitiu que ele tocasse muito bem todos os grandes concertos para violino.
Dispunha de uma excelente técnica violinística, o que permitia ao público ter a impressão de que ele tocava violino sem esforço. Ele mantinha calor na expressividade e elegância tonal.
Algumas de suas interpretações em alguns concertos para violino e orquestra se destacam e são altamente considerados como:

Concerto em Mi menor de Mendelssohn,

Clique aqui para ouvir Francescatti tocando Concerto de Mendelssohn

Concerto 3 Saint-Saens (abaixo):

Concerto 1 Bruch (abaixo):

Também ficou muito conhecido por seu estilo e performance lírico e foi considerado um campeão da música contemporânea interpretando composições de:

Darius Milhaud,
Leonard Bernstein,
Karol Szymanowski

Também gravou muitos LPs de renome.
Destacando aqui a gravação das seguintes peças:
Sonatas para violino e piano de Beethoven com Robert Casadesus;
“Hart” Stradivarius de 1727;
Introdução de Saint-Saens e Rondó Capriccioso com a Orquestra Filarmônica de Nova York com Leonard Bernstein como regente.
Zino Francescatti se aposentou em 1976, vendeu o violino e fundou a Fundação Zino Francescatti para atender na cidade de La Ciotat, jovens violinistas.

Em 1987 um concurso para violino foi criado e organizado em sua homenagem.
Zino Francescatti morreu na cidade de La Ciotat, Bouches-du-Rhône, França aos 89 anos.
Sempre conservou o semblante alegre, descontraído e manteve sua admiração pelos jardins e flores.

Professora de violino Catarina
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Bibliografia: Wikipédia, documentários, aulas.

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Mais uma Animação de Simon Brethé – Bequadro.

A animação Bequadro tem 7:09 minutos. Desenvolvida por Simon Brethé mostra uma richa entre dois maestros com estilos musicais diferentes cada qual com sua orquestra formando uma pequena confusão. O cenário é uma partitura! Muito criativo, cômico com áudio músical muito apropriado e divertido. Vale a pena conferir.

Boa audição!

Professoras Carolina e Catarina

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Como a Música se Completa na Percepção do Ouvinte.

Toda arte se completa na percepção de quem a observa. No caso da música, esta se completa na percepção dos ouvintes.
Cada ouvinte receberá de uma forma aquela mesma música já que aqui a música entrará e esbarrará na bagagem única que cada pessoa tem. Por isso mesmo, existem várias interpretações de uma mesma música, afinal cada músico a sentiu de uma maneira.
Os ouvintes são parte da obra de arte que vai se completar na maneira que ele sente aquela música.
Tanto o artista tem uma interpretação única quanto o ouvinte tem uma percepção única.
Por mais que sejam as mesmas notas, os mesmos rítmos, o mesmo estilo do compositor, existem momentos em que dá para imprimir na música a interpretação própria. Isso era especialmente evidente no século XX onde ainda não se tinha tanta facilidade ao acessar músicas para ouvir como hoje em dia. Os violinistas desta época conseguiam imprimir em suas interpretações sua sonoridade e marcas pessoais únicas.
Vou deixar abaixo dois vídeos de dois entre os melhores violinistas do século XX para que possam se deleitar ao ouvi-los tocar o mesmo concerto número 22 de Viotti para violino e orquestra. Com certeza perceberão que embora se trate da mesma peça existem diferenças na interpretação.
Não existe o melhor ou o pior e sim o que você prefere. Se você for músico, é saudável escutar várias interpretações para se inspirar a fazer a sua ao invés de querer copiar alguém. Vamos a audição?!

Primeiramente com o violinista virtuose David Oistrakh:

E com o violinista virtuose Yehudi Menuhim:

Acontece igualmente com as orquestras. A orquestra faz a interpretação do maestro. Os ouvintes se surpreenderão ao ouvirem a mesma obra tocada por diferentes orquestras.
Como é a sua percepção sobre as músicas eruditas?
Tem gente que se sente elevado, tem gente que a acha triste, tem gente que se comove, muitos a sentem como uma oração e tem quem se sinta revigorado(a) e alegre, tudo depende de como ela reage com a bagagem histórica única e interior de cada um.

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Rachmaninov – Superando uma Depressão e Compondo uma Obra de Arte

As pessoas deprimidas muitas vezes chegam a duvidar que é possível superar uma depressão. Mas sim é possível!!!!
E como!
Minha irmã Carolina e eu tivemos a oportunidade de tocar numa orquestra junto aos suíços quando eles vieram para um intercâmbio ao Conservatório de Tatuí. Nossa orquestra tinha 60 pessoas, somada a deles de igual tamanho somamos 120 músicos  o que tornou marcante a execução desta peça de Rachmaninov no meio de um “mar de violinos”. Mas não foi só o tamanho da orquestra que me impressionou mas a beleza em especial de um concerto para piano do repertório cujo pianista suíço contou que tinha um jeito próprio de se preparar mentalmente para a hora do concerto.

Neste dia ele gostava de estudar a peça a ser tocada bem lentamente e dormir como preparação para  o momento de tocar em público.
Naqueles dias de intercâmbio , como se já não bastasse eu estar maravilhada com aquela composição, tomei nota de um detalhe sobre o compositor daquele concerto n°2 para piano. Trata-se de Sergei Rachmaninov um compositor russo. O fato é que aquela obra de arte composta por ele belíssima tinha sido escrita num momento de superação de uma depressão. Isso me deixou perplexa afinal me perguntei :
” Como alguém mal saído de uma depressão conseguiu escrever algo tão sublime?”
Felizmente sim isso foi possível.
Que desperdício teria sido se ele se entregasse a depressão e não a tivesse escrito.
Convido vocês a escutarem esta belíssima obra de Rachmaninov escrita neste momento de superação da depressão.

Rachmaninov passou por terapia e hipnose para se tratar e a causa da depressão foi que não conseguiu “digerir” bem as fortes e duras críticas feitas a composição de sua primeira sinfonia, na ocasião de sua estréia.
Ele teve uma grande superação não acham? Felizmente ele conseguiu superar todos os sentimentos dentro dele decorridos aos fatos e ainda nos agraciou com esta belíssima obra de arte e muitas outras.
Por algum tempo ele deu importância a opinião da crítica e acreditou que não fazia as coisas bem mas finalmente superou isso.
Acho esta história um exemplo para todos nós músicos ou não. Afinal quem nunca se deixou abater diante de críticas? A meu ver a superação vem de dentro para fora. Trabalhando na maneira como se reage pois não temos o controle do que os outros farão mas temos como cuidar da maneira como reagimos. A questão é bem profunda pois mexe com nossas fraquezas interiores, falsas crenças e é neste mundo interno que a mudança é feita.
Felizmente Rachmaninov conseguiu e merece nosso Bravo, Bravíssimo!!!

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Animação sobre Música Erudita: “Concerto Final”

Hoje viemos trazer ao conhecimento de vocês esta graciosa animação sobre música erudita de 5:09 minutos encontrada no canal Simon Brethé do YouTube denominado “Concerto Final” M.avi.
Nele fica evidente o que o som pode causar a um ouvinte e ainda conta com um final surpreendente.

Vocês também se sentem assim quando escutam música? Confiram!
Boa apreciação!
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O Concerto Musical a fez Desistir do Suicídio.

Certa vez, um maestro e violoncelista da Inglaterra numa visita ao Conservatório de Tatuí, fez uma pausa no ensaio da orquestra a qual regia, para propor-nos uma reflexão.
Ele nos relatou então sobre a história de uma moça que o abordou ao final de um concerto musical, na Inglaterra para lhe dizer que aquele concerto tinha feito um bem enorme a alma dela, tinha devolvido a ela a esperança na vida, tinha feito com que ela desistisse de seus planos para o suicídio.

A primeira lição:

A primeira foi que ele estava conscientizando a nós, os músicos da orquestra, sobre a importância de se fazer bem feito, com capricho e amor cada música.

Ele nos disse:

” Imagina se essa moça viesse buscar o concerto como sua última atitude antes de cometer o que planejou para após o concerto se encontrasse uma música desafinada, desleixada? Ela iria pensar que o mundo realmente não teria jeito e acharia melhor se matar mesmo.”

A segunda lição:

Com este relato fica evidente o poder da música erudita nas vibrações de um ouvinte.

O pesquisador Massaru Emoto provou em suas pesquisas que moléculas de água se organizam lindamente ou se desorganizam dependendo das vibrações exteriores causadas por: Palavras faladas ou apenas escritas, sons, poluição, vibrações, frases e até pensamentos endereçados a elas. Se quiserem reler a matéria que fiz sobre este assunto e assistir o documentário de Massaru Emoto ali exposto verão que em determinado momento do documentário, ele mostrará os cristais de água se organizando em tempo real ao som de diversas músicas eruditas e cada uma delas produz um desenho lindo nessas águas congeladas, fazendo-as parecer jóias. Clique no link abaixo para ir para a matéria aqui referida:

Clique aqui para ir para a matéria: Dr.Massaru Emoto e a Música Transformando a Água.

E nós somos constituídos de cerca de 65 % água não é mesmo?

Então imagine que ao ouvir coisas boas, músicas boas, a água do seu corpo está formando maravilhosos cristais. Se o som afeta até as moléculas de água, imagine o que não faz para sua alma!

Reflexão:

Se um concerto musical impactou a moça benéficamente a ponto de a fazer desistir do suicídio, fico imaginando que nossas atitudes do dia a dia igualmente podem impactar beneficamente a outras pessoas que secretamente podem estar tão desesperadas, com problemas que lhes parecem gigantes, muitas vezes sem ter com quem conversar e sabe-se lá se em seus íntimos não chegam a acalentar uma idéia infeliz dessas como a do suicídio, esquecendo-se de que a vida sempre nos surpreende com bons acontecimentos e que sempre haverá um novo amanhecer, que soluções chegarão.

Contei sobre como um concerto musical afetou uma moça mas igualmente nossas atitudes podem despertar ao nosso redor o sentimento de que tem jeito, que a vida vale a pena!
Em quaisquer áreas de trabalho, se servirmos com mais amor procurando dar nosso melhor, se como amigos nos ouvirmos mais, nos apoiarmos mais, nos auxiliarmos mais, menos suicídios acontecerão.
Não vale a pena se entregar ao desespero. Temos que nos manter perseverantes nos momentos difíceis para termos saúde para viver os momentos felizes quando eles chegam.

Afinal, sempre há um novo amanhecer.

Música:

E como falamos em dias melhores, em um novo amanhecer, vou deixar abaixo uma música de 3:27 minutos “Amanhecer” da Suíte Peer Gynt do compositor Edvard Grieg:

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Autoconhecimento – A Arte Trabalha o Artista Enquanto o Artista Trabalha em sua Arte.

Estudar violino ou outras formas de arte são mais um caminho para o autoconhecimento. Você já parou para pensar nisso?
Aprender violino envolve mais do que adquirir conhecimento técnico sobre como tocar o instrumento, conhecimento sobre o compositor, a composição, o período musical em que a peça musical se encontra inserida ou entender a forma musical da música. No caso de um pintor a mesma coisa, um bailarino , um poeta , enfim toda forma de arte está para além do intelecto e da técnica pois o artista expressa sentimentos pelas pontas de seus dedos. Na arte da música esses sentimentos se transformam em sons.
Até aqui tudo bem, mas enfim, onde temos mais um caminho para o autoconhecimento?

CAMINHO PARA O AUTOCONHECIMENTO

Enquanto o artista trabalha em sua arte mal sabe ele que a arte está trabalhando nele.
Durante o aprendizado do violino, ou de outra forma de arte, os alunos se deparam consigo mesmos pois suas características pessoais aparecem para serem vistas e trabalhadas.
Geralmente é quando eles se conscientizam de características suas que lhes mostram mais sobre si mesmos.

SE VENDO NO ESPELHO

Estudando o violino ou outras formas de arte, os alunos conseguem ver como num espelho características suas que não tinham consciência antes. É como ver refletido no espelho, seus anseios, sua preguiça, seus sonhos, seu desleixo ou seu perfeccionismo, sua insegurança, sua generosidade, enfim traços de si mesmos….
Essa percepção é um convite a trabalhar em seu mundo interior entendendo como ele funciona, e passando a trabalhar nisso de forma a superar e saber lidar com isso quando o que emerge é negativo.

Medos de errar, medo de não ser bom o suficiente, muitas vezes aparecem e o aluno se questiona do porque trazem esses sentimentos que acabam influenciando sua vida e sua arte.
Também acontece do aluno descobrir que tem muita preguiça de estudar e sempre vai “empurrando com a barriga”.
Outros são muito empenhados ao ponto de sofrer quando cometem deslizes.
Então a arte se torna um caminho para o autoconhecimento oferecendo inúmeras oportunidades do aluno superar suas questões, uma vez que se essas questões não forem trabalhadas interiormente, estarão emergindo recorrentemente.

É bonito de ver aquele aluno que tinha medo de errar até entre quatro paredes ou para o professor, superar esse medo, essa insegurança, passar a lidar bem com o erro, se aceitando e ganhando maior confiança e desenvoltura.
Aquele aluno que tinha vergonha de estudar em casa e fechava portas, janelas, colocava surdina para ninguém o ouvir, superando esse medo em si e ficando a vontade para estudar e para tocar para os outros.
Bonito de ver aquele aluno motivado, sonhador que não mede esforços por seu sonho.
Logo, o estudante de violino se depara com suas características no espelho e começa aí um caminho de autoconhecimento.

MUDANDO A MENTE DE DIREÇÃO:

Uma vez que o aluno passa a se entender e conhecer melhor, aprende a usar a mente construtivamente focalizando no que é positivo, ele não mais se entrega ao medo de não ser capaz e mergulha no seu sonho acreditando que é capaz de manifestar seus projetos.
A física quântica ensina que tudo que acreditamos como verdade se torna nossa realidade. Nós criamos o tempo todo através de nossas mentes então devemos escolher acreditar em coisas construtivas.
O cerne da questão é:

No que você acredita?

É preciso gastar muito mais tempo imaginando, visualizando o sonho de tocar realizado muito mais do que se possa supor inicialmente e parar de imaginar cenas negativas e de ter pensamentos e sentimentos depreciativos como “não consigo, vou errar, os outros são melhores, etc.”
Somando a uma mente construtiva, a dedicação ao estudo do instrumento obtem-se a construção de um caminho positivo, construtivo, sempre em evolução e consequentemente na realização dos sonhos.

O QUE A EXPERIÊNCIA DO COLCHÃO ME ENSINOU:

Nunca me esqueço de uma experiência que tive quando fazia ginástica olímpica na infância.
Certa vez, antes de uma apresentação de ginástica olímpica me deu muito medo dos colchões de ginástica se abrirem durante a apresentação de ginástica a ser realizada sobre eles, no solo. Gastei muito tempo com esse medo e eu via mentalmente a cena dos colchões se abrindo e ficava com mais medo ainda. Resultado: na hora aconteceu exatamente isso. O colchão se abriu!!!

O que eu não sabia na minha infância é que eu tinha usado meu poder criativo da maneira negativa pois foquei  minha atenção no medo e não no objetivo!
Nossos sentimentos criam, atraem para nós aquilo que colocamos nossa concentração. Somos muito poderosos mas até pouco tempo atrás não tínha-se consciência disso. Hoje em dia a física quântica tem ensinado sobre isso.
É preciso usar positivamente esse poder criativo.

UMA NOVA ATITUDE MENTAL

Somos nós que temos o poder de criar nossas realidades através de onde focalizamos nossa atenção e emoção.
Então, quando o aluno de violino durante as aulas se depara com o medo de não ser capaz por exemplo deve aproveitar esse conhecimento de como ele funciona, reconhecer esse sentimento, olhar para ele, conversar com sua criança interior e depois usar seu poder de mudar sua mente de direção e passar a se ver realizando seu sonho.
Muitas vezes as causas estão na infância, ou em algum acontecimento marcante que gerou aquela insegurança e é preciso trabalhar nisso, se acolher e a própria pessoa deve ir conversando com sua criança ferida interior e mudando sua percepção, se amando, se aceitando e criando crenças positivas a cerca de si mesmo.
Aliando esse trabalho interno a arte de focar no que é positivo, se vendo realizando os sonhos ao ponto de sentir a emoção disto como realidade e logicamente estudando a arte que se estuda, no caso o violino, o aluno potencializa suas possibilidades de sucesso e realização de seus sonhos.
Por isso digo que a arte é mais um caminho para o auto conhecimento. Pois a arte trabalha o artista enquanto o artista trabalha sua arte.

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