Frequências Solfeggio – Saúde do Corpo, Alma, Mente e Emoção.

O QUE SÃO E COMO SURGIRAM AS FREQUÊNCIAS SOLFEGGIO?

Existem tons musicais que trazem muito bem estar físico, emocional, mental e espiritual para os seres humanos. São 6 tons originais sendo que cada um está numa frequência em hertz diferente do outro e traz consigo suas propriedades próprias, até mesmo curativas.

Antes de entender as características específicas de cada frequência, é importante saber que essas frequencias já eram utilizadas na antiguidade. Existem documentos que indicam que esses sons eram emitidos nos cantos gregorianos e no sânscrito antigo e eram muito cantadas no início das religiões cristãs ocidentais e indianas orientais. Também foram utilizados na Idade Média.
As frequências Solfeggio foram desenvolvidas pelo monge beneditino Guido d’Arezzo (c.991 AD – 1050 D.C).
Em meados dos anos 1970 o médico, pesquisador, naturopata e um dos maiores herbalistas da América Dr. Joseph Puleo redescobriu as frequências Solfeggio. Ele acreditava que esses cânticos penetravam o subconsciente e o inconsciente e promoviam cura, vitalidade e transformação.
Em cerca de 1050 D.C as frequências Solfeggio haviam desaparecido misteriosamente. A igreja católica afirma que perdeu 152 cantos gregorianos antigos.
O Dr. Pluleo utilizou em suas pesquisas reduções numéricas matemáticas para identificar e medir seis tons que nos beneficiam.

COMO DR.PULEO REDESCOBRIU OS 6 TONS DA FREQUÊNCIA SOLFEGGIO?

Pesquisando a Bíblia , capítulo 7, versículos 12-83 Dr. Puleo encontrou um padrão numérico de 6 códigos repetitivos em torno de uma série de números sagrados 3,6,9. Quando ele decifrou esses números usando o antigo método pitagórico de reduzir números de versos inteiros a um único dígito, os códigos revelaram uma sequência de 6 frequências eletromagnéticas que correspondiam aos 6 tons que faltavam da antiga escala Solfeggio.Dr.Puleo fez perguntas técnicas sobre a escala musical ao Monsignor em Spokane porém relatou que ele não lhe deu atenção.
O método pitagórico é um método simples usado para transformar números grandes em um único dígito. Os valores são adicionados e quando após a primeira adição o número ainda tem mais de um dígito o processo é repetido.
Dr.Puleo encontrou no Livro dos Números, alguns textos que se repetiam de quando em quando. Por exemplo:
No capítulo 7, versículo 12 ele encontrou uma referência sobre o PRIMEIRO DIA. Acompanhando a leitura foi encontrar uma referência ao SEGUNDO DIA no capítulo 18, quando estava no versículo 24 encontrou uma referência ao TERCEIRO DIA e foi lendo o texto até que chegasse a referência ao ÚLTIMO DIA ( DUODÉCIMO) no versículo 78.
Então ele agrupou todos os versos que faziam referência aos dias primeiro, segundo, até o duodécimo e realizou o método de redução pitagórica nos números destes versículos. Assim:

Verso 12=1+2=3

Verso 18= 1+8=9

Verso 24= 2+4=6

Verso 30=3+0=3

Verso 36=3+6=9

Verso 42=4+2=6

E foi fazendo essas reduções até que aquela referência sobre os dias parasse de ser repetida que no caso foi o versículo 78.

Repare que os resultados da redução pitagórica seguindo a sequência foram os números 396 que se repetiam…..
396 é a primeira frequência Solfeggio encontrada.

Mais adiante na leitura ele observou outra idéia que se repetia no texto e procedeu da mesma maneira que antes.
No capítulo 13 havia referência a uma oferta. A mesma oferta reapareceu no versículo 19, no versículo 25 outra repetição da mesma oferta.
Ele realizou a redução pitagórica nesses versículos em que a mesma oferta se repetia:

13=1+3=4

19=1+9=10

25=2+5=7

E surgiu o padrão 417, logo 417Hz é o segundo tom da escala Solfeggio.
E assim por diante até ele encontrar os seis tons, ou as 6 frequências Solfeggio originais.

Esta foto acima é da Wikipédia.

Vou abrir um parêntesis para fazer uma referência ao que Nicola Tesla, um dos inventores mais importantes da história, com descobertas pioneiras no campo da eletricidade , muito a frente de seu tempo nos disse:

“Se você soubesse a magnificência dos números 3,6,9, então você teria uma chave para o universo”

Nicola Tesla.

AS PESQUISAS DO DR GLEN REIN MOSTRAM COMO AS FREQUÊNCIAS SOLFEGGIO IMPACTAM O DNA:

As pesquisas de Dr.Puleo abriram caminho a outras pesquisas que se somaram as dele.
Em 1988 o bioquímico Dr. Glen Rein fez uma descoberta que confirmou que AS FREQUÊNCIAS SOLFEGGIO IMPACTAM O NOSSO DNA.
Dr.Glen submeteu frascos similares de DNA as seguintes músicas:

– sânscrito;
-canto gregoriano;
-música clássica;
-rock.

Ele mediu a taxa de absorção da luz UV no DNA quando expôs cada frasco a cada tipo de música.
Dr.Glen sabia que UM DNA SAUDÁVEL É UM DNA QUE ABSORVE MAIOR QUANTIDADE DE LUZ UV.
O resultado da pesquisa foi que o canto gregoriano e o sânscrito causaram os efeitos mais positivos e curativos no DNA pois ambos conseguiram aumentar a absorção de luz UV de 5 a 9%.
A música clássica também aumentou a absorção de luz UV mas em pequenas quantidades.
Já o Rock REDUZIU a absorção de luz UV, prejudicando o DNA.
Ficou comprovado que FREQUÊNCIAS SONORAS PRODUZEM EFEITOS POSITIVOS OU NEGATIVOS SOBRE A SAÚDE E BEM-ESTAR .

DR.LONARD G. HOROWITZ:

Em 1999 foi a vez do Dr.Horowitz continuar a mesma linha de pesquisas feitas a respeito das frequências SOLFEGGIO feitas por Dr.Puleo e Dr.Glen.
Aliás Dr. Puleo foi co-autor do livro de Dr.Horowitz chamado ” Códigos de Cura para o Apocalipse Biológico”, livro que tem ajudado as pessoas a se conscientizarem do poder das frequencias Solfeggio.
Dr.Horowitz está convencido de que a solução de todos os problemas da humanidade encontra-se na música. Ele é conhecido por seu grandioso trabalho na investigação da AIDS e vacinas.

Hoje em dia Dr.Horowitz também ensina os músicos a saberem como conectar uma guitarra ou teclado a escala SOLFEGGIO correta.
Fundou a gravadora Tetrahedron Records e recrutou artistas para produzirem músicas baseadas nas escalas Solfeggio como por exemplo a guitarrista Scott Huckbay.

FREQUÊNCIA SOLFEGGIO EM HARMONIA COM A RESSONÂNCIA SHUMANN:

As frequências Solfeggio beneficiam tanto o corpo, as emoções e a mente por estarem em total harmonia com a RESSONÂNCIA SHUMANN.
Para quem não se lembra o que é Ressonância Schumann, esse nome veio em homenagem ao físico alemão Winfried Otto Schumann que documentou matematicamente as ressonâncias eletromagnéticas existentes entre a ionosfera e a superfície da Terra. A ionosfera é a parte eletricamente carregada da Terra. Schumann descobriu que essas ondas eletromagnéticas se originavam da descarga dos relâmpagos e ressoavam na frequência de 7,86 a 8 Hertz. Então ele determinou que esta é a frequência padrão da Terra.
Após o Dr.Schumann, o Dr.Hebert Konig estudou as conexões entre a RESSONÂNCIA SHUMANN e descobriu que elas têm correspondência com diversos níveis de atividade de nosso cérebro. Ele comparou os registros de eletroencefalograma com os campos eletromagnéticos da Terra.

DR. KONIG DESCOBRIU A RELAÇÃO ENTRE A RESSONÂNCIA SCHUMANN E AS ONDAS CEREBRAIS:

Dr.Konig descobriu que as ressonâncias correspondem a 5 estados de ondas cerebrais:

-delta;
-teta;
-alfa;
-beta;
-gama.

Esses 5 estados de ondas cerebrais
ocorrem naturalmente durante nossas atividades diárias e o sono.
Outras pesquisas confirmaram as descobertas de Konig sobre as similaridades entre a ressonância Sumann e a atividade cerebral humana.
As pesquisas ainda demonstraram que as baixas frequências da ressonância Schumann sincronizam as funções cerebrais superiores.

AS FREQUÊNCIAS SOLFEGGIO EM HARMONIA COM A RESSONÂNCIA SCHUMANN :

As frequências Solfeggio são tão benéficas por ressoarem harmonicamente com o padrão de 8 HZ da Ressonância Schumann.
A partir dos 8 hz sobem a escala musical a cada oitava até que a nota “dó” vibre em 256 hz é o “lá” em 432 hz. Esta é a chamada AFINAÇÃO CIENTÍFICA.

AS FREQUÊNCIAS SOLFEGGIO E SUAS CARACTERÍSTICAS :

A escala SOLFEGGIO original antiga era formada por 6 sons:

“ut (do) , ré, mi, fá, sol, lá”

Depois acrescentou-se um “si” que antes era denominado “ti”.
As sílabas desta escala foram tiradas do hino de São João Batista.
Ut Queant Laços, escrito por Paulus Diaconus.

Considere as seis frequências originais: 396hz, 417hz, 528hz ,639hz, 741hz, 852hz.
No entanto existem outras frequências benéficas adicionais.

David Hulse, pioneiro em terapia do som com mais de 40 anos de experiência descreveu os tons Solfeggio da seguinte maneira:

174hz-Adicional-Reduz dores
O menor dos tons parece funcionar como um anestésico natural. Ele tende a remover a dor fisicamente, energeticamente e a energia cármica. Esta frequência dá aos órgãos uma sensação de segurança e amor e os motiva a darem o seu melhor. Alivia dores nas:
– costas;
– pés ( calcanhares);
– pernas;
– lombares;
– enxaqueca;
-estresse.
Aumenta o poder emocional que incentiva a sensação de segurança, amor e coragem.

285hz– Adicional – Regeneração.
Este tom é útil no tratamento de feridas, cortes, queimaduras, ou qualquer forma de tecido danificado.
Considera-se que 285 hz está ligado ao modelo para uma saúde perfeita do corpo, mente, alma devido a sua capacidade de devolver as células o seu padrão original. Influência os campos de energia estimulando a reestruturação do órgão danificado. Cura tanto a energia quanto o corpo.

396hz – Este tom tem um campo de energia muito forte. Esta frequência pode ser usada como um auxiliar na realização de objetivos. Limpa o sentimento de culpa e medo que muitas vezes tornam -se obstáculos para a conquista de objetivos. Ajuda a derrubar os seus mecanismos de defesa. Auxilia – o a despertar e retornar a realidade.
Ressoa com o chákra inferior, na base da coluna e esta frequência ativa o chákra raíz. A medida que nos expomos a esta frequência, nossas células começam a mudar e se encher de energia e a medida que este chákra raíz se equilibra, o medo, culpa e preocupação começam a se dissolver. Uma positividade surge a um nível celular profundo.

417hz– Facilitador de mudanças.
Este tom está conectado a processos de ressonância de amplificação. Limpa experiências traumáticas e destrutivas do passado. Limpa a impressão de limitação que prejudica a pessoa de alcançar seus objetivos. Quando se fala de processos celulares, o tom “ré” encoraja as células do DNA a funcionarem de maneira ótima. Esta frequência energiza as células, ajuda a usar seus potenciais criativos, cura e equilibra o chákra Sacro, o nosso segundo centro de energia.
Pode trazer mudanças, marcar o início de novos começos, pode reverter e até desfazer acontecimentos negativos. Ajuda a remover toda a energia negativa do corpo, mente e ambiente.

528 hz- Usado para relaxar, para fazer o DNA humano retomar o padrão original e perfeito.
Aumenta a vitalidade, ajuda na clareza da mente, a ter maior consciência, criatividade desperta ou ativada, produz paz interior, sentimento de celebração. Auxilia a pessoa a ter experiências espirituais profundas e ajuda na iluminação espiritual.
Frequência que se for utilizada da maneira descrita no dicionário do Webster ( comunicando o efeito desejado e com suporte de energia de ” luz”), propicia manifestação de milagres. Tem efeitos curativos.

O QUE DIZ OS ESTUDOS SOBRE A FREQUÊNCIA DE 528HZ:

Os estudos científicos restauradores sobre a frequência de 528 hz ainda estão no início, porém as primeiras pesquisas já demonstraram que ela cura e repara o corpo.
Em 2018, no Japão, foi feito um estudo que revelou que a frequência de 528 hz REDUZIU O ESTRESSE NOS SISTEMAS ENDÓCRINOS E NERVOSO AUTÔNOMO de maneira significativa mesmo após apenas 5 minutos de audição.
Em um estudo publicado no JORNAL OF ADDICTION RESEARCH E THERAPY, a frequência de 528hz reduziu os efeitos tóxicos do etanol, o ingrediente principal encontrado em bebidas alcoólicas e células. E aumentou em 20% a vida nas células.
Energiza e cura.

639hz– Está frequência permite relações interpessoais harmoniosas. Pode ser usado para lidar com problemas de relacionamento (na família, entre parceiros, amigos ou problemas sociais). Pode ser usado para incentivar a célula a se comunicar com o seu ambiente. Melhora a comunicação, a compreensão, tolerância e amor. Esta frequência também pode ser usada para a comunicação com mundos paralelos ou esferas espirituais.

741hz– Sol, Limpeza, Conexão.
Limpa a célula ( “Solvi Polluti”) das toxinas. O uso frequente desta frequência leva a uma vida mais saudável, mais simples e contribui para que você mude sua alimentação escolhendo alimentos livre de venenos e toxinas. Limpa as células de diferentes radiações eletromagnéticas. Limpa infecções virais, bacterianas e fúngicas. Lhe ajuda a levar uma vida mais espiritual, pura e saudável.

852hz– Ajuda a despertar a força interior e a obter auto-realização. É bom para dissolver a energia mental estagnada de over- thinking ( atividade mental). Ajuda na capacidade de ver além das ilusões da vida, auxiliando-o a abrir um canal de comunicação com o Eu Superior. Expande a consciência e possibilita o retorno a ordem espíritual. Permite que as células se transformem em um sistema de nível superior.

963hz– Adicional. (Glândula Pineal).
Lhe ajuda a experimentar a Unidade lhe conectando com seu espírito e com a Luz possibilitando uma experiência direta com o espírito, sua verdadeira natureza. Desperta qualquer sistema para seu estado original e perfeito.

COM QUE FREQUÊNCIA DEVO OUVIR AS FREQUÊNCIAS SOLFEGGIO E POR QUANTO TEMPO?

O ideal é que você escute pelo menos uma vez ao dia ou até 3 vezes na semana com seções de 15 minutos no mínimo cada.
Leva-se cerca de 6 semanas ( de 4 a 6 semanas) para que você comece a sentir os efeitos.

Algumas pessoas ao ouvirem as frequências Solfeggio podem sentir dores na cabeça, contrações musculares e até mesmo náuseas e sintomas emocionais como tristeza, raiva, irritação, frustração, medo, ansiedade, culpa.
Não se assuste, é normal. As frequências estarão promovendo a cura emocional e estimulando a cura física portanto podem emergir do inconsciente e subconsciente esses sentimentos. As frequências farão uma limpeza energética para que o fluxo natural de energia circule mais livremente.

Se isso acontecer, reconheça o que você sentir, olhe para isto porém libere e deixe ir. Você não mais precisa guardá-los dentro de você. Aos poucos você perceberá como a carga diminuirá, emergirão menos coisas até que parem de emergir e você terá feito a limpeza e se sentirá muito mais saudável e com maior equilíbrio em todos os níveis.

PLAYLIST

Colocarei abaixo uma playlist com algumas opções de músicas ou mesmo de frequências em diferentes hertz para que escolham o que melhor lhes agradar:

MUSICAS ERUDITAS EM 528 HERTZ:

MUSICAS ERUDITAS EM 528 HERTZ:

Clique aqui para ouvir 75 minutos MOZART (528HZ) :
Frequências Solfeggio – Saúde do Corpo, Mente e Emoção.

https://youtu.be/ZZTsuhtDVcQ

Clique aqui para ouvir REQUIEM MOZART(528Hz) :

https://youtu.be/eziSPO8kndk

Clique aqui para ouvir MOZART (528HZ) – Concerto 23 de piano :

https://youtu.be/OAm1KE1Ja-k

Clique aqui para ouvir MÚSICA BARROCA (528HZ) :

https://youtu.be/KqWKAsjKKss

MUSICAS PARA RELAXAR EM DIFERENTES HERTZ:

Clique aqui para ouvir 174 HERTZ :

https://youtu.be/9LFtiechj8Q

Clique aqui para ouvir 285HZ – Regenerates Tissues :

https://youtu.be/RfopVeAih9k

Clique aqui para ouvir 396 HZ- LIBERAR STRESSE/CULPA :

https://youtu.be/gmJwaocIp58

Clique aqui para ouvir – 396HZ Solfeggio :

https://youtu.be/KYC99Ev2sz4

Clique aqui para ouvir 396HZ-Destroy Unconscious Blockages :

https://youtu.be/FDTsD4Ld2LM

Clique aqui para ouvir 417 HZ- maravilhosa música :

https://youtu.be/jLsyzQcLCyw

Clique aqui para ouvir 417 HZ- Limpar energia negativa :

https://youtu.be/fzVFKrdGifI

Clique aqui para ouvir 528HZ- Música Relaxante :

https://youtu.be/cSQ-EwHaBx4

Clique aqui para ouvir 528HZ-Solfeggio-Repara DNA :

https://youtu.be/M_3WWaVbtlY

Clique aqui para ouvir 528HZ-Música Celta 1 :

https://youtu.be/QNG7R2Ki9KY

Clique aqui para ouvir 528HZ-Música Celta 2 :

https://youtu.be/FV3PSavWp3s

Clique aqui para ouvir 528HZ -Música de Cura Xamânica :

https://youtu.be/0tBNpEina64

Clique aqui para ouvir 639HZ-Harmonizar relacionamentos :

https://youtu.be/2XSliu7TewQ

Clique aqui para ouvir 639 HZ- Energia de amor :

https://youtu.be/5T_QxR8aclQ

Clique aqui para ouvir 741 HZ- Limpeza toxinas :

https://youtu.be/_J3sC2ZXwis

Clique aqui para ouvir 741 HZ – Limpeza viral, fúngica, bacteriana :

https://youtu.be/z4Zhb1K8Alg

Clique aqui para ouvir 852HZ- Despertar força interior :

https://youtu.be/nMl1ezObH6Q

Clique aqui para ouvir 852HZ-Despertar o amor/Meditação :

https://youtu.be/joXu1AMzzWg

Clique aqui para ouvir 936HZ- Música Relaxante e abertura pineal :

https://youtu.be/UkgSbK_PjXw

Clique aqui para ouvir 936 HZ-Abertura pineal :

https://youtu.be/3h2mJnvRbZ8

Clique aqui para ouvir 936+639+396HZ :

https://youtu.be/pSXgXAqomMY

Clique aqui para a PlayList Solfeggio do canal MEDITATIV MIND :

https://youtube.com/playlist?list=PLsuCfYXzi5DJXxyK5q-Exn1AJCbpjy-tx

Espero ter contribuído para que saibam da importância dos sons de como eles nos impactam e que todos possam se beneficiar desses conhecimentos aplicando-os para uma vida mais equilibrada, harmoniosa e feliz.

Catarina Freire S. Marchiori
Professora de violino
Contato:
amoviolino20@gmail.com
@ aula_violino_particular

Fotos: Pixabay

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MÚSICA 432 HZ.

Existem algumas frequências de música altamente benéficas para o nosso corpo, saúde e para a nossa alma .
Hoje vou abordar os benefícios da frequência de 432 hz.
Frequência é o número de vezes que uma onda de repete em um segundo e é medida em hertz. Porque Hertz? Em homenagem a Henrich Rudolf Hertz, físico alemão que demonstrou que existia o eletromagnetismo e que criou aparelhos emissores e detectores de ondas de rádio.
Som é energia e toda energia impacta quem está exposto a ela.
O som gera vibrações que podem ser imperceptíveis quando em volume baixo ou altamente perceptíveis quando o volume está alto o bastante como quando é emitido por caixas de som. Nestes casos sentimos até as janelas vibrando. Os sons de determinadas frequências podem ter um impacto benéfico ou não sobre nós.

O QUE A FREQUÊNCIA 432 HZ PRODUZ EM NÓS?

Existem especialistas que afirmam que os sons da frequência de 432 hz são muito relaxantes e que elevam e ativam as atividades do hemisfério direito do cérebro que é responsável pela imaginação e criatividade. Ao escutar a frequência de 432 hz a consciência se expande e alcança maior percepção e controle do pensamento e outros benefícios como:

– redução da pressão arterial e da frequência cardíaca;
– diminuição do estresse e ansiedade
– a música se torna mais agradável trazendo maior bem estar;
– auxilia no desenvolvimento espiritual;
– traz maior clareza e paz interior
– auxilia na eliminação de bloqueios emocionais.
– ajuda a manter o foco no presente ;
– antes de dormir o ajuda a desacelerar;
– ajuda numa melhor meditação.

EXPERIMENTO COM A FREQUÊNCIA DE 432 HZ:

Já foram realizados muitos estudos sobre esta frequência porém um se destaca.
A Sociedade Americana de Edodontistas fez um experimento com 100 pacientes que passariam por uma cirurgia idodôntica feita em casos em que o tratamento deste canal não é possível de ser realizado. Dividiu-se o grupo em duas partes sendo que apenas uma das partes ouviu música na frequência de 432hz durante a cirurgia enquanto que o restante não ouviu nenhum som.
Os especialistas mediram suas pressões arteriais regularmente assim como suas frequências cardíacas ao longo do tempo.

O RESULTADO DO EXPERIMENTO:

Os que ouviram a música durante a cirurgia foram os que apresentaram menores sinais vitais, ou seja, estavam mais calmos. Isso mostra como a frequência de 432 hz pode deixar as pessoas mais tranquilas mesmo numa situação de cirurgia onde é comum se sentir ansioso.
É possível usar esta frequência para diminuir e até evitar o stresses.
Muitos aproveitam para meditar nesta frequência buscando uma melhor conexão interior, expandindo suas consciências e melhorando o auto conhecimento.

O QUE A CIÊNCIA DA CIMÁTICA TEM A NOS REVELAR?

A ciência da cimática que é o estudo do som e vibração visível, prova que vibração e frequência são as bases organizacionais para a criação de toda a matéria e vida no planeta.
Vou colocar aqui o link para que vocês possam ver por si mesmos como se comportaram os grãos de areia sobre uma placa ao serem expostos a frequência de 432 hz. A frequência das ondas sonoras produziu um efeito sobre a areia.

Clique aqui para assistir ao Experimento Cimático

No vídeo submeteram a areia a frequência padrão atual de 440 hz e a frequência de 432 hz.
Notem como a frequência de 432 hz forma padrões muito mais definidos e harmônicos em comparação com a frequência de 440 hz.
Para quem não sabe , após a segunda guerra mundial ficou padronizado que a nota ” lá ” dos instrumentos musicais seriam todos afinados na frequência de 440 hz. O que não é uma frequência tão harmoniosa como a frequência de 432 hz que acalma e traz todos os benefícios já mencionados aqui.
Antigamente no tempo do Egito antigo e da Grécia antiga, os instrumentos eram afinados na frequência de 432hz.
440 hz que é o padrão adotado atualmente parece causar irritabilidade e nos tornam aptos a sermos mais suscetíveis a controles emocionais e também não esta em harmonia com a natureza da mesma maneira que 432 hz está.

432 HZ EM HARMONIA COM A NATUREZA:

A frequência de 432 hz está matematicamente em sintonia , harmonia e consistência com a natureza e produz efeitos curativos no corpo humano pois é uma tônica fundamental da habilidade da natureza de se auto reparar.
432 hz é matematicamente consistente com os padrões do universo, vibrando com o PHI que é um padrão matemático que pode ser encontrado em inúmeras formas da natureza.

Além disso 432 hz é uma frequência que ressoa com a batida eletromagnética da Terra chamada de Ressonância Shumann que por padrão ressoa na frequência de cerca de 8 hz mas que ultimamente tem tido picos altíssimos de energia ( 50 para mais).
Nicola Tesla chamava a frequência 432 hz de” Frequência de Deus.”
Para quem não lembra, Phi é uma letra grega que na matemática representa a proporção áurea. Phi de Phidias o arquiteto que ajudou a projetar o Parthenon em cerca do século V a.C.
A proporção áurea ou razão áurea é um número irracional. Deixem-me “traduzir”. Significa que nunca existirá nada com igual valor ao número de ouro. Tudo que se aproxime deste número de ouro tem maior simetria e proporção. São praticamente infinitas as relações entre a razão de ouro e o universo.
No século XIII Leonardo Fibonacci descobriu uma sequência de números infinita onde a divisão entre os termos consiste sempre na aproximação do número 1,6180. ( o número de ouro). Quando se aplicam os princípios da Razão Áurea num retângulo você observa a Espiral Áurea e este padrão que é bem representado por conchas e caracóis também é encontrado em folhas, animais, ossos, flores e frutos , nas galáxias, em moléculas de DNA, etc.
E a frequência de 432 hz está em profunda harmonia com essa proporção áurea encontrada no micro e no macrocosmos.

432HZ NA ANTIGUIDADE:

Nicola Tesla afirmava que 432 hz era a “Frequência de Deus.”Somando seus números 4+3+2= 9 . Tesla dizia ser 9 a “Consciência de Deus.”
Por este motivo os povos antigos usavam esta frequência para produzirem suas músicas.
Os grandes compositores como Bach, Mozart , Chopin e muitos outros usaram a frequência de 432 hz em suas obras primas , sinfonias, para a música clássica tocada na antiguidade afinal anteriormente era muito utilizada a frequência de 432 hz até que na Alemanha Nazista foi alterada para 440 hz e assim permanece como padrão até os dias atuais.

A indústria se justificou dizendo que por motivos econômicos, era mais barato fabricar instrumentos na frequência de 440 hz.

A comunidade científica apesar de tantos experimentos mostrando os benefícios dessas frequências ainda não formou um consenso sobre este assunto e existem até os que não acreditam e lutam por provar isso.
Caro leitor, faça a experiência de coração aberto, sinta em si mesmo seus efeitos, analise o experimento Cimático, pesquise sobre os estudos de Dr Massaru Emoto que inclusive está numa outra matéria deste mesmo blog
e tire suas próprias conclusões, suas próprias opiniões.

Clique aqui para ler sobre Massaru Emoto

Existem outras frequências benéficas para nós que são chamadas de “Frequências Solfeggio”.
Falarei mais delas numa próxima postagem.

Vou colocar abaixo alguns links do YouTube para que possam ouvir as frequências de 432 hz.

Primeiramente as eruditas:

Clique aqui para ouvir Mozart 432 hz ao piano

Clique aqui para ouvir Canon in D Pachebel ( cordas) 432hz

Clique aqui para ouvir Bach, Mozart e Beethoven 432 hz

Clique aqui para ouvir Chopin 432hz ao piano

MÚSICAS PARA RELAXAR 342 HZ:

Clique aqui para ouvir Música Celta 432 hz

Clique aqui para ouvir Canto Gregoriano 432 hz

Clique aqui para ouvir Seed Life 432hz

Clique aqui para ouvir Forest Dreams 432hz

Clique aqui para ouvir Magic Music 432hz

Clique aqui para ouvir Budist Music 432hz

Playlist 432 hz do canal Meditativ Mind

Boa audição!

Professora de violino Catarina Freire S. Marchiori
@aula_violino_particular
Contato: amoviolino20@gmail.com

Imagens Pixabay

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Por que violinos Stradivarius são tão superiores?

Violinos são feitos minuciosamente a mão por um profissional chamado luthier.
São tantos detalhes que influenciam na construção de um violino para que tenha um bom som: a escolha da madeira, a qualidade do solo e o clima onde nasceu a madeira, a idade da madeira, as medidas minuciosas, o verniz….
Tradicionalmente é mais comum que se escolha para o tampo superior do violino a madeira Picea Abies ou Picea Excelsa ou ainda Abeto ou Spruce servindo estes dois últimos tanto para o tampo quanto para a barra harmônica.

Para o tampo inferior geralmente a escolha é pela madeira Sicômoro, Bordo ou as variantes de Bordo chamados Ácer Pseudoplatanus ou Ácer Platanóides, conhecido também por Acero ou Maple, madeiras muito bonitas , acústicas e apreciadas pelos luthiers.
O Acero é uma madeira dura com veios bem dispostos por onde as ondas sonoras se propagam rapidamente, conferindo potência e projeção sonora ao instrumento. Também é bonito visualmente pois pode-se ver o que chamam de “marezzatura” que são vários veios perpendiculares e ondulares na madeira.

Para as ilhargas ( fatias entre o tampo superior e inferior ) pode ser usado Ácer , Sicômoro ou ainda Abeto que também pode ser uma opção para ser usado no braço do violino.
Sobre o braço do violino, no “espelho” ( parte negra debaixo das cordas ) e nas cravelhas ( onde se enrolam as cordas) a madeira usada é naturalmente negra e se chama Ébano.

E não basta escolher a madeira certa, ela deve ter cerca de 8 ou 10 anos de idade para não rachar nem deformar e as melhores madeiras para o som são as crescidas em grandes altitudes com climas ásperos. Dependendo do clima e do solo a mesma espécie de madeira terá maior ou menor qualidade e por isso os luthiers as chamam diferentemente e isso resulta em uma madeira de maior ou menor qualidade acústica.
Um exemplo disso é o Abeto que pode ser denominado de Abeto Rosso ou Abeto Bianco. Ambos são da mesma espécie mas o ambiente onde nasceram proporcionam-lhes algumas diferenças.
O Abeto Rosso tem as fibras mais duras, elásticas, resistentes com maior qualidade acústica. O Abeto Bianco continua sendo uma excelente madeira mas as fibras da madeira são mais claras, é menos resistente e acusticamente é um pouquinho inferior ao Abeto Rosso.
As madeiras mais valorizadas são as antigas, as madeiras sem tensões para que não prejudiquem o som do instrumento. O que seria tensão?
Deformações na madeira, verniz sem elasticidade, ângulo errado do braço, altura errada do cavalete, alma mal ajustada….etc.

As madeiras antigas são as mais valorizadas pois tem um processo natural de secagem ou passam por um processo rigoroso de temperatura até a secagem da madeira assentando assim suas moléculas. Madeiras novas podem rachar pois ainda não encolheram ao envelhecer.
O luthier deve ter muita habilidade pois qualquer deslize que faça sair das medidas compromete o som do instrumento. Ele cava as curvas e cavidades da madeira a mão medindo tudo milimetricamente.
A escolha do verniz também afeta a qualidade do som significativamente.

Foto de Cremona, Itália. (Pixabay)

Imaginem que desde o século 17, todos os luthiers tentam repetir todos os protocolos para alcançar ou chegar próximo da qualidade excepcional do som alcançado por dois luthiers de Cremona , Itália: Antonio Stradivarius e Guarnieri Del Gesú.
Stradivarius fabricou no século 17 violinos, violoncelos, violões e harpas com uma qualidade excepcional de som, o que o colocou acima dos concorrentes da época. Hoje em dia um instrumento de Stradivarius custa milhões de dólares.

Foto de Cremona, Itália. (Pixabay).

Mas apesar de todos os luthiers tentarem tal resultado, a verdade é que nunca mais se conseguiu resultado sonoro igual muito embora exista até concursos onde os melhores luthiers apresentam violinos feitos com os melhores materiais e que tem elevadíssima qualidade, sendo altamente valorizados pelos músicos. Mas os violino Amati, Stradivarius e Guarnierius são considerados “a parte” por sua incrível superioridade sonora.
Afinal por que os violinos fabricados por Antônio Stradivari eram tão superiores na beleza e qualidade do som?

A velha teoria diz ser a madeira, as medidas corretas, o clima europeu no processo de fabricação mas hoje em dia pesquisadores descobriram uma novidade .
O pesquisador Joseph Nagyvary, hoje professor emérito de bioquimica na Texas A&M University nos Estados Unidos propôs pesquisas em amostras de instrumentos dessa época e os pesquisadores de Taiwan assim o fizeram confirmando as suspeitas de Nagyvary. Eles detectaram bórax, zinco, cobre e alúmen.
Stradivarius e Guarnieri sabiam deste segredinho e tratavam a madeira dos instrumentos desta forma para depois os fabricar. Eles guardaram segredo pois naquela época não existiam as patentes.

E quem visualizasse os instrumentos prontos não conseguiam detectar nada de diferente apenas visualmente.
Mas o som superior os colocava muito acima de seus concorrentes.
Então o segredo é quimico.
Os cientistas agora continuarão pesquisando através de outras experiências com receitas mineiras em violinos montados para aprofundarem mais as suas conclusões a respeito dos efeitos do som em madeiras quimicamente tratadas.
E assim a ciência e as pesquisas estão contribuindo para que entendamos melhor sobre a qualidade acústica excepcionalmente superior desses instrumentos.

Foto Wikipédia

Separei alguns links abaixo para que possam ouvir um pouco o som do violino Stradivarius:
Neste primeiro áudio o violinista Leônidas Kavakos, grego toca em um violino Stradivarius de 1734 e conta-nos um pouco sobre o instrumento.

Clique aqui para ouvir o som de um Violino Stradivarius de 1734 por Leonidas Kavakos

Neste segundo áudio, o violinista Joshua Bell fala sobre seu Stradivarius e no minuto 7:41 nós brinda tocando-o para que possamos conhecer o seu maravilhoso som.

Clique aqui para aprender com Joshua Bell sobre seu Stradivarius e o escutar a partir do minuto 7:41.

Neste terceiro áudio uma pequena parte de um filme onde um violinista demonstra ao rei o som de violinos fabricados por diversos luthiers até tocar num Stradivarius.

Clique aqui para ver a cena do filme do violinista experimentando um Stradivarius.

Professora Catarina
Contato : amoviolino20@gmail.com

Fotos: Pixabay e Wikipedia

Fonte: Leituras de inúmeras matérias, estudadas por mim e acrescidas de informações que eu já tinha do meu curso de violino e que resultaram nesta matéria escrita com minhas próprias palavras de tudo que estudei.
Gostei e recomendo demais duas reportagens que merecem destaque: O Atelier Labussiere contribuiu muito com a revista Remade ( Revista da Madeira) e também gostei muito da reportagem de Luisa Costa da Superinteressante.

Continuar lendo Por que violinos Stradivarius são tão superiores?

Rio Moldau de Smetana – Poema Sinfônico

Imaginem um rio. Às vezes o rio está calmo, outras vezes agitado.
Ouçam esta obra Moldau (pode ser ainda Moldava, Vlatav ou Moldávia) do compositor Smetana tendo em mente que a inspiração para esta obra foi o rio Moldau.

Clique aqui para ouvir o poema sinfônico Moldau – Smetana

Ouçam e procurem perceber os momentos em que o rio estava calmo, e os momentos em que o rio estava agitado através das impressões musicais que essa obra traz.

Bedrich Smetana compositor Austríaco (1828-1884) neste poema sinfônico Moldau transmite musicalmente as impressões do rio e dos acontecimentos que o rio encontra em suas margens desde sua nascente na Boêmia próximo da República Tcheca e da Alemanha quando surge da união de dois córregos sendo um de água quente e outro de água fria, passando por suas corredeiras e todo seu percurso de 430 km. Smetana ainda descreve musicalmente o que o rio teria encontrado neste percurso: os caçadores em suas margens; mais adiante a polka theca em comemoração a um casamento camponês; o luar com ninfas banhando-se e as criaturas noturnas (na parte em que as cordas usam surdina criando uma atmosfera diferente e encantadora); o nascer do sol; o rio correndo violentamente, o surgir da correnteza, a água batendo nas rochas; a chegada em Praga até enfim o encontro com o rio Elba.

Antigamente era comum um compositor se inspirar em algo corriqueiro do dia-a-dia para descrever musicalmente essas impressões através da música. Era o que chamavam de poema musical.
As inspirações podiam ser desde o cantar dos pássaros, a tagarelice das pessoas, uma batalha, o clima, uma viagem, enfim, algo que tivesse impressionado o compositor e que era descrito musicalmente. Isso também era chamado de música descritiva, música de programa ou poema musical pois ainda podia se basear num poema ou um texto literário.

Mais para frente Franz Liszt criou a música de programa na forma sinfônica ou seja o poema sinfônico que teve o seu apogeu no século XIX.
Escreveu “Dante” e “Fausto” mas concluiu que o arranjo estrutural da sinfonia não era a forma ideal de exprimir uma ideia literal ou um programa descritivo. Então criou o poema sinfônico que tinha a diferença de não mais ser dividido em movimentos com pausas entre eles. Desta forma podia expressar suas idéias e imprimir as mudanças de humor de um tema poético de maneira flúida e continua em um único ato. Escreveu 12 poemas sinfônicos.

O compositor Smetana gostou desta ideia e usou este formato para compor o Moldau e assim deixou correr livremente sua melodia que descreve tudo que suas águas encontraram em seu percurso.

Fonte: A Orquestra Sinfônica de Doroty B. Commins, editora Enciclopédia Juvenil.

Fotos Pixabay

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O que é “forma” em música?

Um confeiteiro usa fôrmas de bolos para dar forma a massa. Um arquiteto planeja a forma das construções no espaço. A música planeja a forma do som no tempo.
A palavra “forma” demonstra o equilíbrio que o compositor expressa ao organizar suas idéias musicais.
Você irá perceber ao ouvir uma peça musical, que existem melodias que se repetem de vez em quando ao longo da música se sobressaindo das demais melodias. São os trechos que ficam em nossas memórias mesmo quando não estamos mais escutando aquela música.
Esses trechos mais evidentes e que se repetem de vez em quando na música trazem o tema ou os temas principais e o motivo de se repetirem é para que façam sentido para nós, para que não percamos “o fio da meada” da peça musical. O tema pode ser repetido não exatamente igualzinho ao da primeira vez porque o compositor usará de algumas ferramentas para criar interesse e contraste. Para este fim ele pode criar um rítmo diferenciado sobre o tema, pode mudar o andamento ( mais rápido ou mais devagar), pode mudar a tonalidade, pode mudar a dinâmica ( mais forte ou mais fraco no volume do som), pode mudar o timbre ( usar um outro instrumento com timbre diferente do primeiro para repetir o tema), ou ainda pode criar uma melodia totalmente diferente para criar variedade em sua composição.
Um exemplo fácil de observar é o primeiro movimento da Sinfonia número 5 de Beethoven.
Quem nunca ouviu o famoso ” tá tá tá taaaa”?

A foto acima é ilustrativa. Não se trata da partitura da quinta Sinfonia de Beethoven.

Vou colocar abaixo o link para quem quiser ouvir. Observem se reconhecem o tema e como e quantas vezes ele retorna ao longo deste primeiro movimento. Você perceberá que o tema volta mas nem sempre igualzinho criando contraste , beleza e interesse no ouvinte e dando sentido a composição.

Clique aqui para ouvir o primeiro movimento da Sinfonia 5 de Beethoven

Fonte: Forma e Estrutura na Música

Autor: Roy Bennet
Jorge Zahar Editor

Fotos Pixabay

@aula_ violino_particular

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Suíte de danças

No século XVI o mundo estava de olho na França, pois naquele tempo ela servia de “modelo” para tudo.
Em seus salões de bailes com toda arte e pompa possíveis, os senhores franceses dançavam ao som de alaúdes, violas, harpas, flautas e tamborins um conjunto de danças chamadas de “suíte”.

O primeiro compositor a publicar seu próprio conjunto de danças foi Denis Gautier, jovem tocador de alaúde. Ele batizou “suíte”, o que era um conjunto de danças de origem popular ou erudita, provenientes de diversos países da Europa.
A característica principal da suíte é que todos os andamentos (todas as danças) mantém a mesma tonalidade a fim de manter uma coerência musical.
Claude Gervaise também compôs suítes de danças. Eram bransies, gavotas, bourreés originários da Auvérnia, tourdions, etc.
Mais tarde surgiram a Allemande originária da Alemanha e a Sarabande originária da Espanha. Também tinham a Guigue (jigue) da Escócia, o minueto de Versalhes, a siciliana da Sicília.

A suíte podia ter muitos andamentos (cada dança era como um movimento) mas com o passar do tempo ela evoluiu e uma das ramificações de sua evolução foi o que chamamos hoje em dia de sonata que conserva apenas três ou quatro movimentos (ou partes) por sonata.
Muitos compositores escreveram suítes como François Couperin, Frescobaldi na Itália, mas destacou-se Johann Jacob Frobber que escreveu suítes para o piano e usou muito o formato de quatro danças:
A Allemande
Corante
Sarabande
Gigue
Os compositores ingleses gostaram muito deste formato e o mantiveram.
Porém levaram algum tempo para nomear suas composições de danças de suíte.
Purcell chamou sua suíte de “coleção escolhida das aulas de cravo e espineta”.
Com o tempo a suíte passou a ser escrita para instrumentos de orquestra.

Johann Sebastian Bach contribuiu com sua genialidade em suas composições suítes.

Clique no link abaixo para ouvir a suíte 1 de Bach para violoncelo:

Clique aqui para ouvir a suíte 1 de Bach para violoncelo

Haendel mudou um pouco o formato da suíte acrescentando movimentos que não podiam ser dançados pois eram compostas sobre encomenda para alguma festividade. Ficou muito famosa sua suíte chamada ” Música d’água”. Ele a compôs com o objetivo de embelezar o passeio do rei da Inglaterra George I que faria um jantar passeando pelo rio Tâmisa.

Clique abaixo para ouvir a “Música d’água” de Haendel:

Clique aqui para ouvir a “Música d’água” de Haendel

E se tornou popular esta música tocada ao ar livre animada e alegre, composta para festividades da nobreza. Eram também chamadas de”serenatas”, “divertimenti” ou “cassatios” e conservavam a estrutura da suíte.
Mozart gostou desta nova forma de compor a suíte e a aderiu. Haydn compôs vários “divertimenti”. Beethoven, Brahms e Tchaikovsky também aderiram ao formato novo de suíte mas as chamaram de “Serenatas”.

Depois dessa época passou-se um tempo sem que a dança estivesse ligada a música mas em 1910 aconteceu algo que as reaproximou.
Igor Stravinsky compôs para o ballet Russo que iria dançar na França. Fez um enorme sucesso com as composições: “O Pássaro de Fogo”, um ballet baseado nos contos populares russos sobre um pássaro brilhante e mágico que podia ser tanto uma bênção como uma perdição para quem o capturasse; “Petrouchka”, um ballet sobre um fantoche tradicional russo, Petrouchka que era feito de palha e tinha como corpo um saco de serragem que tomou vida e ainda tinha a capacidade de amar. Na época o coreógrafo do ballet russo foi Michel Fokine e Serge Diaghilev foi o supervisor. Igor Stravinsky também compôs outros sucessos como “O beijo da Fada” e outros.

Clique abaixo para ouvir o Pássaro de fogo de Stravinsky:

Clique aqui para ouvir o Pássaro de fogo de Stravinsky

Clique abaixo para ouvir e ver o ballet Petrouchka de Stravinsky:

Clique aqui para ouvir e ver o ballet Petrouchka de Stravinsky

Clique abaixo para ouvir a orquestra tocando Petrouchka de Stravinsky (sem o ballet):

Clique aqui para ouvir a orquestra tocando Petrouchka de Stravinsky ( sem o ballet)

Igor Stravinsky fez tanto sucesso compondo essas suítes para ballet que compôs também arranjos em forma de suítes para serem tocados em salões de concerto musical por orquestra.

Vou colocar abaixo uma playlist com outros compositores que também escreveram belas suítes.

Playlist:

Breve reportagem sobre o ballet O Quebra nozes feita pela TV Cultura contando o enredo do ballet, seguido do ballet completo com áudio visual:

Clique abaixo para ouvir e ver a Suíte O Quebra Nozes com ballet:

Clique aqui para ouvir e ver a Suíte O Quebra Nozes com ballet

Clique abaixo para ouvir a Suíte 1 “O Quebra Nozes” apenas com orquestra:

Clique aqui para ouvir a Suíte 1 O Quebra Nozes apenas com orquestra

Clique abaixo para ouvir a Suíte “Os Planetas” – Holst

Clique aqui para ouvir a Suíte “Os Planetas” – Holst

Boa audição!

Professora Catarina Marchiori

Fontes de Pesquisa:

História da música Européia de Jacques Stehman
Enciclopédia de Bolso Bertrand

A Orquestra Sinfônica de Dorothy B.Commins Enciclopédia Juvenil

Wikipédia

Fotos Pixabay

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O que é uma Sinfonia?

A sinfonia é uma composição musical escrita para a orquestra sinfônica. Nesta composição não existe a figura do solista como o responsável pela melodia principal como acontece nas composições de concertos específicos para algum instrumento solo.
Uma vez que na sinfonia não existe o solista, a orquestra deixa de desempenhar o papel de acompanhamento pois desempenha então o “papel principal”.
Uma sinfonia geralmente é dividida em quatro “partes”, ou quatro movimentos.
O primeiro movimento geralmente é mais agitado e é escrito em forma sonata. Neste movimento o compositor irá expor os temas da sinfonia, fará um desenvolvimento e uma recapitulação dos temas levando a conclusão.

O segundo movimento é mais calmo e tranquilo para existir contraste na composição. As vezes o compositor escreve em forma de “Rondeau” ou Rondó no segundo movimento. Pode-se comparar o rondó com uma poesia. Da mesma forma que na poesia, os refrões podem reaparecer, num rondó ocorre o mesmo com o tema reaparecendo em intervalos regulares.

O terceiro movimento geralmente é em forma de minueto. O minueto primordial era uma música francesa que era usada para as pessoas dançarem nos bailes. Quando os compositores começaram a colocar minuetos nas sinfonias, eles os deixaram mais sofisticados. O minueto pode ter uma característica leve, alegre.

Beethoven criou o scherzo que em italiano significa “troçar, brincar.” Pode ter uma característica excitante e muito animada.
O quarto movimento geralmente é mais agitado que o primeiro e traz variações sobre os temas da sinfonia.

Naipes

Apelidamos de “Naipe” os diferentes instrumentos de uma orquestra. As diferentes vozes que eles representam.
Então durante uma sinfonia, você pode perceber que ora o tema principal estará sendo tocado pelo naipe dos violinos e ora estará sendo tocado pelo naipe dos violoncelos por exemplo.
E muitas vezes estará sendo tocado pela orquestra toda ou por alguns dos naipes da orquestra.

Você poderá perceber um “diálogo” entre os naipes também.
É muito bom ouvir com atenção para perceber esses detalhes.
Existirá um período de silêncio entre os movimentos e só se deve aplaudir ao final do quarto movimento pois só então a obra completa terá sido concluída. O silêncio entre os movimentos é importante para a concentração dos músicos que se prepararão para a “mudança de clima” que ocorrerá na sinfonia no sentido de que cada movimento trará sua própria energia, sua própria atmosfera e sempre contrastante com o anterior ou posterior.

E agora a melhor parte! Separamos uma playlist de sinfonias lindas para vocês. É só clicar nos nomes coloridos das sinfonias abaixo para abrir os links do YouTube e poder escutar:

Sinfonia 5 de Mendelssohn

Sinfonia 9 de Beethoven

Sinfonia “O Novo Mundo” Dvorak

Sinfonia 2 de Brahms

Boa audição!

Professora Catarina Marchiori

Fonte: Inspirado no livro: A Orquestra Sinfônica de Dorothy B.Commins
Enciclopédia Juvenil.

Fotos Pixabay

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Auto Controle Mental e Emocional na Performance Musical.

Na foto acima o violinista virtuose Yehudi Menuhim.
Foto de scontent.xx.fbcdn (encontrada no Pinterest).

Em nosso tempo de estudantes no Conservatório musical de Tatuí o Professor Paulo Bosísio fazia seminários de finais de semana com master classes para músicos profissionais e alunos adiantados. Ministrava aulas abertas, fazia palestras e traduções de livros importantes para nós, nos ajudava com reflexões e conversas produtivas, a fim de alcançarmos o ideal necessário para uma boa apresentação.

Lembro-me muito dele, o grande educador e violinista Paulo Bosísio, dizendo para nós, alunos e professores presentes, sobre o controle de nós mesmos e autocontrole mental e emocional necessários para uma boa performance.
Ele nos ensinava a usarmos a performance desejada mesmo quando estivéssemos sozinhos em casa, mesmo a sós deveríamos estudar com a performance que queríamos ter no final quando do evento público. Fosse esse evento um teste, uma apresentação, um recital, um concerto, etc.
Portanto é importantíssimo termos uma base sólida de prática e estudo diários impecáveis do instrumento, mas também é igualmente necessário o autoconhecimento, conhecermos as nossas próprias reações quando somos expostos a situações de estresse e de extrema adrenalina.

Na foto acima o violinista Yehudi Menuhim “brincando” em posição de meditação e tocando violino com muito bom humor.
Foto encontrada no Pinterest.

O professor Bosísio enfatizava a importância da prática da meditação, do yoga ou alguma outra atividade similar com a qual nós melhor nos afinizássemos, a fim de obtermos autocontrole. É natural sentirmos medo de nos expormos em público, mas é possível controlarmos esse medo, evitando que ele nos surpreenda com o pânico. É importante repensarmos sobre nós mesmos, sobre o ego, sobre o medo de errarmos em público ou de cometermos alguma gafe e sermos alvo de chacotas, risadas ou desvalorização e desprezo. A orientação que recebemos foi a obtenção do autoconhecimento e do autocontrole e estas práticas (meditação, etc.) nos auxiliam muito para esse mister.

Foto de Scroll.in (encontrada no Pinterest).

O Professor Paulo Bosísio também compartilhava conosco a importância da respiração e do controle dela, nos ensinando, muitas vezes, vários exercícios de respiração que ele praticava diariamente, técnicas de sua escolha como a técnica de Alexander. Uma base de ensinamentos e práticas para repensarmos nosso auto controle em todos os momentos de nossas vidas, e ainda mais, sobre situações estressantes.
Ele também nos indicava reiteradamente o livro “A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen” pois, é um pequeno livro de ensinamentos muito profundos para a vida, e que nos ensina muito na performance do violino.

Foto encontrada no Pinterest.

Diante de tentativas e de refletir sobre estes assuntos, descobrimos, então, um novo mundo, ou seja, nossos horizontes se ampliaram muito e descobrimos que a vida não é compartimentabilizada como nos é ensinado, e como nos fazem acreditar. Como é bom ser livre em nossos pensamentos, sentimentos e ações, não é mesmo? Afinal quando olhamos o arco íris, conseguimos ver exatamente a separação das cores ou, verdadeiramente vemos uma fusão entre a passagem de cada uma das cores em passagens tão suaves, que não podemos precisar com extrema exatidão, onde uma cor começa e outra acaba, não é?!!! Aqui a natureza nos oferece um ótimo ensinamento. Como é bom estudarmos ter sonhos, objetivos a alcançarmos, e nos engrandecermos como Seres Humanos!!!

Deixo aqui esta pausa para refletirmos e estas dicas que foram tão valiosas, para nós no decorrer de nosso estudo e prática do violino.

Posso dizer que a música é algo sublime e quanto mais o músico permitir que a música apareça em detrimento do seu ego, mais esta confraternização maravilhosa entre as vibrações salutares da música/ músico/platéia é eficiente. Neste ponto, deixo aqui o exemplo de Yehudi Menuhim, um violinista que também meditava. Destaco o segundo movimento do concerto número 03 de Mozart, para violino e orquestra, tocado pelo grande violinista Menuhim que para mim, é uma interpretação extremamente sublime, para ilustrar e encerrar esta reflexão!

Clique aqui para escutar o violinista Menuhim

Deixo também, abaixo, o link para o Áudio Livro:
“A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen”.

Clique aqui para ouvir o livro “A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen”.

Canal Fênix Áudio Livros (YouTube).

Muita paz e alegrias!!!
Professora Carolina.

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O que é um Concerto e quando aplaudir?

Concerto

Concerto , em latim “concertare” significa disputar ou competir.
No início do século dezessete, no período Barroco , os compositores perceberam a riqueza sonora dos instrumentos e quiseram explorar melhor essas capacidades sonoras.
Na Itália existia o que era chamado de Concerto Grosso. Era uma composição escrita sobre um rítmio de dança e tinha cerca de quatro, cinco, seis partes e as vezes mais.
Dois grupos dentro de uma mesma orquestra se revezavam “disputando amigavelmente” ou dialogando através dos sons. Um grupo tocava e outro grupo respondia. Esse diálogo era o concerto grosso.

Um grupo menor composto dos melhores músicos eram chamados de “concertino” recebiam as partes mais difíceis e os demais formavam o grupo maior .
Naquela época os compositores precisavam da igreja ou da nobreza para que os apoiassem em seus empreendimentos.
Os melhores músicos eram tratados com muito respeito. Os demais dividiam o tempo entre a cozinha, jardim dos palácios e tinham que estar prontos a qualquer momento para ensaios ou concertos.
Os instrumentos que participavam dessa orquestra eram instrumentos de cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo) e de madeira ( instrumentos de sopro como fagote, oboé, clarinete, corne inglês, flauta, flautim).

Arcanjo Corelli , italiano, violinista, compositor e professor foi o responsável por dar ao concerto grosso a sua forma clássica. Corelli atraiu a atenção de um grande patrono das artes, o Cardeal Ottoboni, de Roma. Nos últimos anos de sua vida, viveu no palácio do Cardeal Ottoboni e lá compôs muitos concerti grossi (usa-se concerti grossi quando se quer usar o plural de concerto grosso).
Nas noites de segunda feira, Corelli conduzia concertos para os nobres. Outros compositores compareciam para assistir como George Frederick Handel e Alessandro Scarlatti.
Houveram outros compositores que se destacaram compondo Concerti Grossi como Vivaldi, Johann Sebastian Bach, Handel.
Mais tarde o concerto grosso evoluiu em duas ramificações:

a) O concerto
b) A Sinfonia

Numa próxima matéria falarei sobre a sinfonia. Hoje vamos descobrir o Concerto.

Com o tempo surgiu a figura de um único solista virtuose tocando com toda uma orquestra. A parte mais importante era confiada ao solista.
O Concerto e a Sinfonia tal como as conhecemos, assumiram sua forma definitiva no século dezoito com Haydn e Mozart, no período clássico.

O Concerto passou a ter três partes ou “movimentos”.

Existe um momento de liberdade de interpretação ao solista, quando este toca sem acompanhamento. É a Cadenza ou Cadência. O solista pode usar este momento para demonstrar todo seu virtuosismo, técnica perfeita, interpretação.

Alguns no entanto extrapolaram os limites do bom senso exagerando no tempo de exibição e por mais de uma vez fizeram os compositores ficarem nervosos gritando:

“Basta! Basta! Pare!”

Então, os compositores começaram a escrever sugestões de cadências para que isto não ocorresse mais. Muitos solistas preferiram compor suas próprias cadências mas passaram a escreve – las para terem uma duração definida e desta forma eles transmitiram suas sugestões a outras gerações de músicos. Hoje em dia um solista também pode compor sua própria cadência se assim o desejar.

Quando aplaudir

É sempre recomendado a audiência aplaudir apenas na conclusão do terceiro movimento para não desconcentrar os músicos que usam o silêncio entre os movimentos para se prepararem para os vindouros. Muitas pessoas ficam confusas na hora de saber quando aplaudir quando assistem a apresentações musicais. Toda apresentação tem um número de peças musicais a serem tocadas naquela ocasião e elas estão escritas num papel que se chama ” programa”.
O programa é distribuído para a platéia que deve ler para entender o que será tocado e saber a hora de aplaudir.
Quando se trata de um concerto para algum instrumento e orquestra, aparece o nome do concerto e quais são os movimentos (partes) do concerto. Geralmente são três movimentos. É possível reconhecer a Cadência no momento em que o solista toque sem acompanhamento. A Cadência fará parte de um dos movimentos, as vezes de mais de um. Existirá um silêncio total entre os movimentos da peça onde ninguém tocará, o maestro não regerá. Só no final do terceiro e último movimento será o momento para os aplausos.
Vou deixar alguns vídeos como sugestões para ilustrar o tema de hoje. Boa audição!

Catarina

Ouça um exemplo de Concerto Grosso:
Händel – 12 Concerti Grossi, Op.6 | The Academy of Ancient Music Concerto Grosso

Ouça um exemplo de Concerto :
Itzhak Perlman: Brahms – Violin Concerto in D major, Op. 77 Concerto para violino e orquestra

Bibliografia: História da Música Européia. Autor : Jacques Stehman
Enciclopédia de Bolso Bertrand

A Orquestra Sinfônica
Autora: Dorothy B.Commins
Enciclopédia Juvenil.

Imagens Pixabay.com

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Música e Relaxamento Físico e Emocional

Para tocar um instrumento saudavelmente, antes precisamos relaxar os músculos.

Não é necessário sentirmos dor ao tocarmos um instrumento. Se isso ocorrer pode significar um aviso do seu corpo pedindo pausas entre os períodos de estudo, mas também pode ser indício de tensões musculares desnecessárias.
Existe a falsa crença da parte de alguns de que para o som sair vigoroso é necessário tocar apertando os dedos nas cordas com bastante pressão. Isso é mito e pode causar tendinite. No violino, quanto maior o relaxamento muscular melhor para o som, para a agilidade, para o vibrato e para a saúde do corpo. Mesmo em trechos vigorosos não é necessário tensão muscular. Há como saber ser enérgico sem tensão. Para aumentar o volume sonoro também não é necessário usar força .
Alongamentos antes dos períodos de estudo também evitam tendinites, e relaxam a musculatura.
Um outro aspecto da questão do relaxamento, é o relaxamento emocional.
A música tem o poder de melhorar nosso humor, abaixar o stress e proporcionar relaxamento emocional, subindo nossas frequências vibratórias para melhor. Sendo assim, consequentemente traz mais saúde , realização e satisfação em quem toca um instrumento.
Quem ouve também se beneficia do relaxamento emocional igualmente porque ao escutarmos algo de que gostamos, ficamos mais leves e felizes.
Músicas como as de Mozart por exemplo trazem uma grande paz e tranquilidade nos ambientes.
Bach é considerado como antidepressivo.
A musicoterapia usa terapeuticamente diversas músicas eruditas de diversos compositores para beneficiar o paciente em algum aspecto.
Saiu no jornal O Semanário, Rafard-SP uma reportagem de Arnaldo Divo Rodrigues de Camargo que é bacharel em direito com especialização em dependência química pela USP-SP/GREA muito interessante sobre o benefício da música p o coração e para as plantas. Vou citar alguns trechos desta reportagem para vocês:
“As pesquisas científicas indicam que ouvir música, assistir shows e apresentações musicais em teatro fazem muito bem a saúde das pessoas, ajuda no equilíbrio emocional e faz bem aos animais e também para as plantas.”
A reportagem ainda diz que foi feito um estudo apresentado no Congresso anual da Sociedade Européia de Cardiologia em Amsterdã em 2013 que demonstrou que ouvir música faz bem ao coração ajudando pacientes do coração a se recuperarem.
Também lembra que quando ouvimos músicas das quais gostamos produz-se endorfina, melhorando a circulação, produzindo dopamina que nos dá alegria e motivação.
A reportagem ainda lembrou o pesquisador Masau Emoto com suas experiências com a água, submetendo-a a pensamentos diferentes….”concluiu que palavras , música ou pensamentos fazem com que as moléculas da água se comportem de maneiras diferentes, se organizando, criando maravilhosos cristais ou se desorganizando quando em sintonia com músicas estridentes como a exposta ao som de um havy metal, o mesmo ocorrendo diante do som ” de uma ameaça de morte”.
Ainda abordou que a música clássica faz plantas e animais se desenvolverem melhor.
Quem quiser se aprofundar na pesquisa do pesquisador Masaru Emoto, dei um enfoque na parte das moléculas de água se organizando sob influências musicais eruditas na matéria “Dr.Massaru Emoto e a Música transformando a água” aqui neste blog.
Para quem ama violino pode procurar assistir vídeos de David Oistrakh pois ele é um grande exemplo de violinista que tocava sem tensão muscular. Observem a soltura do pescoço principalmente. Quando a musculatura relaxa , o som ” relaxa” também tornando ainda mais bela a sonoridade musical.

Professora Catarina

Imagem: pixabay.com

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